Centro Pai João de Angola

Prece ao Pai João da Mata . Preto-velho Amigo conhecedor profundo do sofrimento humano. Tu escravo de arrogantes e orgulhosos senhores de engenho, embora oprimido e amargurado, deste lições de paciência e resignação a uma época tenebrosa para os direitos humanos. Fostes o exemplo de Amor e ternura no trato com os irmãos infelizes do mesmo Cativeiro o padrão de conduta humilde e serena nas infectas senzalas, o modelo de trabalhador ciente da situação necessária o teu

aperfeiçoamento em um planeta- escola, onde a Dor é a lição principal no aprendizado.

O sentimento de Perdão que cultivastes ao teus algozes, mesmo em condições humilhantes , deu-te a situação atual bem superior a daqueles culpados pelo sangue, suor e lágrimas que derramastes por compaixão aos companheiros de infortúnio , que sucumbirão ante a provas árduas e tempestuosa por que tinham de passar a cor da tua pele constatava com a brancura de sua alma bondosa e tolerante .


Liberto da Matéria cansada e envelhecida, Espírito bondoso que és jamais perseguiu ou amaldiçoou seus opressores.

Por isso sofrimento, a tolerância e a compreensão fizeram com que colhas hoje o fruto dos teus méritos como um espírito de luz, protetor dos que sofrem o cativeiro de suas próprias faltas, como o amigo fraterno que vem nos auxiliar em nosso progresso espiritual, como o irmão querido que nos aliviem as dores físicas e morais através de lições de amor e benevolência ou dos Sábios conhecimentos das plantas medicinais de nossa flora.

Como o guia que nos conforta nas horas amargas solucionando problemas por mais complexos que sejam. eu te admirador e devoto, solicito que me ajude, a transpor o momento difícil por que passo.

E cujo problema transmito a ti ..... ( fazer o pedido)

Assim com Fé e Confiança no recebimento da vossa generosa ajuda só me resta agradecer e pedir a Deus por tudo que fizerdes por mim. Acender uma Vela .

Rezar:

1 Pai-Nosso, 1 Ave-Maria e 1 Glória ao Pai.


A História de Pai Cipriano.

    Voltando a história de nosso Pai José, os espíritos da escuridão
que tinham ordens de envolver e levar as profundezas a alma iluminada
dele, e anos atrás foram expulsos por nosso Pai Cipriano, não
desistiram.

    Eles se silenciaram por anos e anos, mas aguardando o momento
certo de tentarem novamente seu objetivo de cumprir as ordens de
desvincular da caridade o espírito puro e iluminado desse negro que
tantas pessoas já respeitavam como curador e benzedor.

    E esse momento chegou, foi numa noite de inverno muito frio, onde
os negros tentavam se aquecer ao lado de uma fogueira. Todos sentados
ao chão empoeirado da senzala congelante.

    Ao lado de José estava sentado seu pequeno protegido e afilhado, o
menino conhecido como "Negrinho", no qual todos os negros adoravam
pelo seu sorriso sincero e cativante, uma criança realmente
encantadora.

    E pelo grande amor que Pai José tinha pelo menino "Negrinho", os
espíritos da escuridão usaram desse fato para tentar assim dominar o
negro e o levar a perder o caminho da caridade. Envolveram o espírito
do menino, obsediando e fazendo com que sua alma desprendesse da vida
terrena, ficando presa na escuridão extrema, para que assim forçasse
ao negro José se deixar levar para salvar a vida e a alma do menino.

    Ao perceber que o pequeno "Negrinho" estava sendo dominado e
obsediado, Pai José, se abraçou com ele e se elevou em orações, e
nesse instante entendeu que a alma do pequeno estava sido entregue a
escuridão, como tinha acontecido com o próprio Pai José na sua
infância.

    O negro José, ainda abraçado com o corpo inerte de seu afilhado,
clamou por Oxalá, pediu entendimento e sabedoria ao seu mestre Pai
Cipriano, que nesse momento ouviu a sua voz serena dizendo, que a
força de sua fé o levaria a salvar a alma já perdida da criança, ele
deveria fortalecer suas forças, clamar a Deus com toda força de sua
fé, e deixar que seu espírito tomasse o corpo do menino. Fazendo
isso ele teria como manter uma alma no corpo inerte da criança, e da
mesma forma teria como levar sua alma as profundezas escuras para
resgatar a alma de seu afilhado "Negrinho".

    Mas de forma nenhuma deveria enfraquecer sua fé, pois assim sua
alma ficaria presa dentro da fortaleza obscura dos obsessores, e ele
acabaria escravizado por Kiumbas e Zombeteiros.

    Mesmo sabendo do perigo que corria e mesmo sabendo que era ele
que os obsessores desejavam escravizar, José se concentra, se eleva
aos céus, e busca força espiritual para fazer o que lhe foi dito por
Pai Cipriano.

    Como em transe, seus olhos entreabertos, corpo tremulo e ainda
abraçado com o menino, ele consegue dividir a força de seu espírito
com o corpo da criança, e assim entra no ambiente da escuridão em
busca de resgatar a alma do pequeno.

    Quando deu por si, Pai José se encontrava acuado por dezenas de
espíritos negros que de todas as formas tentavam desconcentrar, para
que ele se perdesse na grande quantidade de caminhos negros e fétidos
que ali existia.

    Ele, lembrando-se dos conselhos de Pai Cipriano, se fixou em um
só ponto e seguiu adiante, rezando firmemente, mostrando que sua fé
era maior que qualquer coisa.

    Logo adiante encontrou o espírito do menino e o trouxe para junto
de si. Ao observar que Pai José  estava conseguindo seu objetivo, os
obsessores, eguns, kiumbas e zombeteiros o atacaram de diversas
formas, e ele novamente elevando-se ao Pai Maior, pede que consiga
manter sua fé para que conseguisse levar dali o espírito do menino e
o dele próprio.

    Após uma breve pausa, Pai José abre os olhos lentamente e observa
uma grande luz branca lhe protegendo, e dessa luz uma voz já conhecida
mandando ele seguir juntamente com o seu afilhado.

    Era a voz de Pai Cipriano, que foi a seu encontro com uma legião
de Exús chefiada pelo Exú Tranca Ruas, tirando de seu caminho todos os
obsessores e espíritos sem luz.

    Ao findar o caminho obscuro, foi como que Pai José saísse de seu
transe. Já na senzala ele acorda ainda abraçado com o menino
"Negrinho", que nesse instante olha o rosto cansado de Pai José e
sorri.

    Pai José com sua fé, sua boa vontade, sua caridade resgatou o
espírito do seu afilhado das garras de seus algozes obsessores. E
fazendo isso salvou seu próprio espírito.

    Ele ajoelhou e agradeceu a Zambi, nosso Pai Maior, agradeceu
também a seu Mestre, Pai Cipriano, e a toda legião de trabalhadores
da linha da esquerda, nossos guardiões Exús.

    Pai José é uma Entidade trabalhadora de nossa Umbanda, ele sempre
prega que a fé é o caminho para alcançar a vitória.

    Trabalha com carinho a todos os necessitados, a todos obsediados,
a todos sofredores, mas tem uma ligação e uma proteção especial as
crianças.

Palavras De Pai José: Aprenda Que De Nada Serve Ser Luz Se Não
Iluminar O Caminho Dos Demais.

    Saravá Pai José, a sua benção!

Adorei as Almas!.

 

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