Centro Pai João de Angola

Pai José da Guiné A matéria é ilusória não porque ela não exista, mas sim por seu valor transitório. Ela não é eterna, passa como um sopro de vento. Como um castelo de areia, mais dia, menos dia, desmorona! Essa é a natureza básica de tudo aqui nessa Terra. Desapegar-se é valer-se da máxima espiritualista que diz: “Viva no mundo, mas não seja dele”. Essa é a diferença de postura a qual nos referimos. O foco aqui não é sua conta bancária, mas sim, sua postura perante tudo isso. Entenda bem! “Mas...?” Não, não fale agora! Escute bem o que estamos dizendo. Qualquer caminho espiritual está alicerçado pela pedra do desapego.

 E a Umbanda não poderia ser diferente.

Ela nunca condenará sua busca por tranqüilidade e estabilidade de vida.

Mas ela deve ser uma chama devoradora do valor exacerbado dado a tudo isso.

Deve ser como um vento amoroso a lhe mostrar que pessoas vêm e vão, nascem e morrem na carne, mas em espírito e consciência são eternos e nada pode matá-los.

Que nada levamos desse mundo, a não ser os tesouros do coração.

Isso é uma das coisas mais básicas, mas também uma das mais importantes, que você, amigo leitor, poderá aprender durante as giras de Umbanda e o contato com as entidades.

Caso contrário algo está errado. Você não está enxergando o tesouro espiritual que elas carregam, pois está cego em busca de outros tesouros.

Desperta! Quando isso acontecer, a Umbanda vai ser outra perante seus olhos. Não existirá mais dúvida, apenas amor.

A caridade será natural. Você não mais cobrará resultados pelos mais diversos trabalhos, mas sim, simplesmente se beneficiará da presença dos guias e Orixás.

A Umbanda não terá mais nada a te oferecer, mas ao invés disso, ela te completará.

Nisso reside um grande milagre... Junto do desapego, virá a felicidade verdadeira que nasce da tranqüilidade. Por isso, cuidado! Caso você procure Umbanda para melhorar de vida através de um passe de mágica e com um simples estalar de dedos resolver todos seus problemas, você errou e errou feio. Esse não é o caminho umbandista. Isso nunca seria um caminho espiritual.

1 – Não coloque a culpa de seus problemas nos outros. A culpa é sempre sua! Mesmo com obsessores, assediadores, magias e kiumbas grudados no cangote, a culpa é sempre sua. Você não aprendeu nada sobre a Lei das afinidades? Então tenha isso em mente.

2 – A Lei do carma não é boa nem má. É natural. Portanto trate bem a vida, tenha olhos para aprender e entender seus sinais, que a vida de tratará bem. Apenas isso.

3 – Entenda que prosperidade tem muito mais a ver com desapego do que com dinheiro. Quanto você precisa para viver? Lembre-se que você pode virar escravo dessa necessidade.

4 – Desapego é também uma postura perante os relacionamentos. Perante as idas e vindas da vida. Perante a morte e o nascer. Aquele que é realmente desapegado vive no presente, sempre, sem nostalgias, sem grandes planos. Ele caminha com o tempo, não corre atrás dele. Sabe seguir o fluxo da vida.

5 – A Umbanda tem muito a te oferecer. Mas você precisa ter olhos para ver essa riqueza. Olhos do coração, para ver os tesouros do espírito. Lembre-se disso!

6 – Nada contra os trabalhos de prosperidade e abertura de caminhos. Eles são importantes em certos casos. Mas eles são remédios, medidas extraordinárias que visam melhorar algo grave. Mas como qualquer remédio, você pode viciar nisso e esquecer de prevenir. E essa prevenção só vem com uma mudança de postura, um despertar de consciência. Esse deve ser o foco.

7 – Por último: Tudo que aqui foi dito servirá, caso seja realmente compreendido, para uma coisa: Te dar mais liberdade. Sim, você se tornará livre. Livre para assumir as responsabilidades de tudo de bom e de mal que acontecer em sua vida. Isso pode parecer difícil e desconfortante.

Mas é um passo incrível para a auto-realização. E esse passo chama-se responsabilidade. Responsabilidade Sua, para com Sua vida! “Ah! Mas que bobagem. Eu achando que era um texto “espiritual”, onde aprenderia alguns truques para resolver minha vida. Isso deve ser alguma artimanha do meu obsessor, para me tirar do foco dos meus estudos. Mas eu pego ele ainda, e aí ele vai ver. Acho que vou procurar alguma coisa mais “forte”, pois essa tal de Umbanda... É amigo leitor, vá se acostumando.

As pessoas aprenderam que caridade é resolver os problemas dos outros. Mas, talvez, a grande caridade seja o esclarecimento. Esse texto foi pensado em cima disso. Sem fórmulas mágicas, sem consolo, sem “passar a mão na cabeça”. Mas a realidade, colocada de frente.

Caso tenha servido, muito bem. Caso não, um dia servirá. José da Guiné “ Não tem jeito. Apenas a verdade liberta, como disse Jesus. Mas essa tal verdade dói muito. A verdade está diretamente relacionada com você, pois tudo depende exclusivamente de você.

Jesus foi tido como um salvador, muita gente ainda espera por ele no juízo final, como um grande redentor de nossos erros.

Mas sua mensagem foi clara: “Conhece a verdade e a verdade vos libertará!” Ou seja, a Sua busca por verdade o salvará, não Jesus. Salvação e perdição estão em suas mãos. Isso é ser livre.

Ninguém pode te salvar a não ser você mesmo. Ninguém pode te prejudicar a não ser você mesmo. Isso é lindo, mas, ao mesmo tempo, tão assustador...


Pai Gregorio
PAI GREGÓRIO DA BAHIA!
 
Eis ai um grande trabalhador das lides umbandistas!
Ja dizia minha mãe de santo, de saudosa memória:"todo preto velho depois da meia noite vira pra exu..."
Bem se a história é verdadeira , eu não sei, pois procuro não desafiar a sabedoria popular.
O que eu sei é que este preto velho , calmo como só ele, tem cara de santo e não de exu...
Umas das primeiras entidades, a incorporar neste médiun, é sempre motivo de alegria, quando as pessoas , sabem que ele vai vir ao mundo fazer sua caridade.
Arcado, pelo sofrimento e pelo peso da idade, pois ele diz que morreu com cerca de noventa anos, chega sempre quando as coisas precisam se acalmar e tomar novos rumos.
Prefere ao se incorporar em seu médiun. se apoiar em sua bengala, e receber seu pito, seu cachimbo, para relembrar os tempos de terra.
Usa preferencialmente guias de lágrimas de nossa senhora a que ele chama de rosário de pai preto.
Qual a primeira coisa que ele fas ao chegar a terra?
Olhar os pés de seus filhos de terra para ver se estão de pés no chão, e dar umas bengaladas em alguns que ele acha que estão em dívidas com alguma coisa.
Pai Gregório , gosta muito de ouvir histórias e causos ao término de seus trabalhos, mas se elas não chegam, ele mesmo as conta, como um velho vovô, conta aos seus nétinhos.
Em determinada sessão o bondoso preto velho conta umas passagens de sua vida:
Nasceu escravo em uma senzala nos confins bahianos, viveu a cata de cacau e cana de açucar em sua vida, e quando veio a lei Aurea ele estava velho demais para aproveitar a liberdade e conseguir seu sustento, então foi viver com os padres que o utilizavam para tirar esmolas nas saidas das missas, nem tudo foi ruim, ressalta, pois ele aprendeu muitas rezas e orações com os home de batina preta.
Pai Gregório não , gosta de fazer maldades, mas as desmancha como ninguém, grande rezador, ele preza muito seus aparelhos, "pois servem, para ele descontar seus erros, e ajudar os outros".
Suas comidas preferidas: bolo de milho ou de fubá, café preto sem açucar, vinho tinto suave, rapadura de coco, mel, revirado, e chá de cacau.
Quem quizer lhe dar uma oferenda, deixe algumas destas coisas , na escadaria de uma igreja(não acho boa idéia)ou embaixo de uma árvore solitária no campo, pois o bom velhinho gosta de ficar sentado ali meditando e vendo seus filhos passarem.
Pai Gregório
Ouve a mente de teu filho
proteje aqueles que estão angustiados
mostra-lhes as soluções para seus problemas
e abençoa a minha familia
Ao deixar a oferenda reze um pai nosso, ele acompanhará você nesta oração e você se sentira mais confortado e verá que tudo vai melhorar.
Pai Everaldo de Xangô 

 




Vovo luiza
Andei por muitos lugares, por muitas estradas de terra cheias de buracos, empoeiradas que com o calor do sol dificultava ainda mais o meu caminhar.
Há muito tempo não chovia e essas estradas eram de terra socada, com pedrinhas que machucavam bastante os meus pés, pois eu já não tinha mais sapatos, eles estavam sem a sola de tanto que eu caminhei.
A sede era imensa, a fome nem tanto pois o cansaço era maior e quando eu encontrava um tronco de uma árvore, eu parava e ali adormecia por horas, às vezes por dias.
A fraqueza era tanta, a dor era tanta, a solidão era tanta, mas nada era maior do que a minha fé e a minha vontade de chegar em meu destino.
Até que um dia, eu já havia contado 15 luas, eu avistei no finzinho uma casinha de barro bem humilde porém limpa e cheia de amor, e dentro dela havia um homem.
Então eu parei e pedi um pouco de água e contei que já estava perambulando há 15 luas e ainda não tinha conseguido chegar!
Esse mesmo homem perguntou para onde eu estava indo, e eu respondi:
- Para o meu destino!
Bebi um pouco de água, ele me deu uma vasilha com mais água e fui embora a procura do que estava procurando.
Ventava muito, a poeira de terra do chão seco me cobria, as vezes era até difícil de respirar, mas eu não deixei isso me atrapalhar.
Depois de mais 13 luas eu avistei uma pequena mata bonita, só que dessa vez eu já não enxergava mais de uma vista, porque deu inflamação com a poeira de terra que entrava e eu acabei vendo tudo esfumaçado dessa vista.
Cheguei até essa pequena mata e mesmo com apenas uma vista boa eu conseguir ver tanta beleza e conseguir sentir em meus braços uma brisa suave, era como se eu estivesse recebendo um abraço. Por ali fiquei mais algumas luas, aproveitei para descansar e me alimentar de algumas coisas que a pequena mata pode me oferecer.
Então um dia recolhi alguns frutos, algumas folhas de ervas e continuei a caminhar, para encontrar o meu destino.
Até que depois de muito caminhar, tive um enorme aprendizado com a infinita estrada de terra. Tive muita alegria por um irmão ter tirado a minha sede, tive muito conforto com a mata, pois ela cuidou do meu sono e me alimentou, depois disso tudo finalmente cheguei ao meu destino.
Aprendi que sozinho não conseguimos aprender.
Aprendi que sempre que precisamos tem alguém para nos amparar, basta pedir.
Aprendi que quem quer e luta, consegue chegar em seu destino.
Aprendi que cada lua que passava tinha alguém olhando por mim, era Ele o Pai Maior.
Depois de muito caminhar, pisar em muitas pedrinhas, sentir dor, sentir frio, sentir calor, ter sede, eu não desisti, apenas vivi. Não chorei de tristeza e sim de alegria porque tive ajuda em todas essas luas que caminhei.
O meu destino eu sei qual foi e eu o alcancei!
Às vezes é preciso perder um calçado no meio da estrada da vida para sentir a terra, pisar na terra, que é para os pés ficarem fortes para nos deixar firmes para continuar a caminhar na infinita estrada.
E o seu destino, qual será?

Salve Omulu!
Salve Santo Antônio!
Salve São Francisco!
Salve os Pretos Velhos!
Vovó Luiza da Bahia

 

 




Maria conga

 VOVÓ MARIA CONGA

Cenas de exaustivo trabalho em plantações de cana. É nisso que Vovó Maria Conga parece estar constantemente envolvida. Gosta de doces, cocada branca em especial, mas não dá demonstrações de ter sido esta sua principal ocupação na encarnação como escrava.
Sentada em um toco de madeira no terreiro contou, certa vez, alguns fatos de sua vida em terra brasileira.
Começou dizendo que só o fato de podermos conviver com nossos filhos é uma grande dádiva. Naquele tempo as negras eram destinadas, entre outras coisas, a procriar, a gerar filhos que delas eram afastados muito cedo, até mesmo antes de serem desmamados. Outras negras alimentavam sua cria, assim como tantos outros "filhotes" foram alimentados pela Mãe Conga. Quase todas as mulheres escravas se transformavam em mães; cuidavam das crianças que chegavam à fazenda, rezando para que seus próprios filhos também encontrassem alento aonde quer que estivessem.
Os orixás africanos, desempenhavam papel fundamental nesta época. Diferentes nações africanas que antes guerreavam, foram obrigadas a se unir na defesa da raça e todos os orixás passaram a trabalhar para todo o povo negro. As mães tomavam conhecimento do destino de seus filhos através das mensagens dos orixás. Eram eles que pediam oferendas em momentos difíceis e era a eles que todos recorriam para afastar a dor.
Maria Conga teve que se utilizar de algumas "mirongas" para deixar de ser uma reprodutora, e assim, pelo fato de ainda ser uma mulher forte, restou-lhe a plantação de cana. A colheita era sempre motivo para muito trabalho e uma espécie de algazarra contagiava o lugar. Enquanto as mulheres cortavam a cana, as crianças, em total rebuliço, arrumavam os fardos para que os homens os carregassem até o local indicado pelo feitor. Foi numa dessas ocasiões que Maria Conga soube que um dos seus filhos, afastado dela quando já sabia andar e falar, era homem forte, trabalhando numa fazenda próxima.
Seu coração transbordou de alegria e nada poderia dissuadi-la da ideia de revê-lo. Passou então a escapar da fazenda, correndo de sol a sol, para admirar a beleza daquele forte negro. Nas primeiras vezes não teve meios de falar com ele, mas os orixás ouviram suas súplicas e não tardou para que os dois pudessem se abraçar e derramar as lágrimas por tanto tempo contidas. Parecia a ela que eles nunca tinham se afastado, pois o amor os mantivera unidos por todo o tempo.
Certa tarde, quase chegando na senzala, a negra foi descoberta. Apanhou bastante, mas não deixou de escapar novamente para reencontrar seu filho. Mais uma vez os brancos a pegaram na fuga, e como ela ainda insistisse uma terceira vez resolveram encerrar a questão: queimaram sua perna direita, um pouco acima da canela, para que ela não mais pudesse correr.
Impossibilitada de ver o filho, com menor capacidade de trabalho, a Vó Maria Conga passou a cuidar das crianças negras e de seus doentes. Seu coração se encheu de tristeza ao saber que haviam matado seu filho quando tentava fugir para vê-la.
Sua vida mudou. De alegre e tagarela passou a ser muito séria, cuidando do que falava até mesmo com os outros negros. Para as crianças contava histórias de reis negros em terras negras, onde não havia outro senhor. Sábia, experiente e calada, Vovó Maria Conga desencarnou.
Com lágrimas na alma ela acabou seu conto. Disse que só entendeu a medida do amor após a sua morte. Seu filho a esperava sorrindo, guardião que fora da mãe o tempo todo em que aguardava seu retorno ao mundo dos espíritos.

Saravá Maria Conga!!!!



"De vez em quando é necessário fechar os olhos, pisar firme e seguir em frente. Nem rápido, nem devagar, apenas seguir.


Prece do dia
Senhor, ajuda-me a viver com sabedoria o dia de hoje.
Afasta de mim o ódio, o medo e as preocupações desnecessárias, a impaciência e o azedume, a crítica maldosa e o cansaço, a irritação e o desamor.
Meu pacto é um pacto sagrado com a paz, a felicidade, a harmonia e o sucesso, as realizações construtivas, a simpatia e a boa vontade com todos.
Quero sorrir, cumprindo meu dever. Quero ser útil, sem nunca esmorecer.

"Só aqueles que tem paciência para fazer coisas simples com perfeição, é que irão adquirir habilidades para fazer coisas difíceis com facilidade."


DICA DO DIA

Como limpar Energias negativas: Quando sentir que seu corpo anda cansado demais, estiver quase doente ou desconfiar que te invejaram por algum motivo, faça o seguinte: Na hora de dormir, basta colocar debaixo de sua cama um copo com 100ml de água e três colheres de sopa de sal grosso. Quando fizer a mistura, vá até sua cama mexendo com o indicador o sal na água, e coloque embaixo da cama. Deixe a noite toda, e no outro dia jogue no vaso sanitário e dê uma boa descarga, este vale como a famosa água corrente. Com a tal mistura vão todas as energias negativas que, caso continuassem no corpo, ajudariam a desenvolver uma debilidade ou doença (do corpo e da alma).

É impressionante o resultado.


Conversa de Preto Velho...

Vovó Maria Conga e Pai João de Aruanda -É Nego João.

Esses zi fios precisa aprender que ansiedade num resolve nada.

Pensamento negativo só leva pra trás. Inquietação só resulta doença né meu Veio? - Sim minha Preta Véia.

Eles tem que entender que tudo tá nas mãos de Zambi e dos Orixás e confiar em nóis pra tirar as coisas fora da vontade de Zambi.

-Salve o Cruzeiro minha Preta. -Salve o Cruzeiro Nego Veio.

História de Pai Benedito

Pai Benedito é um velhinho bem simpático, de poucas falas, tem os cabelos e a barba bem branquinhos, olhos castanhos claros e bem negro.

Viveu em Angola entre o ano de 1608 a 1630, logo depois foi vendido como escravo para fazendeiros brasileiros. Viveu sempre em cativeiro, trabalhando na lavoura de cana-de-açúcar.

Naquele tempo já possuía o dom da cura, pois com as ervas já curava os ferimentos de seu povo, que eram feitos através das chibatas dos feitores e do trabalho árduo dos engenhos.

Pai Benedito teve muitos filhos e netos, bisnetos, etc...

Morreu aos 98 anos de velhice, cansado daquela vida.

Mas antes de morrer tinha esperança na libertação de seu povo e de uma vida digna, em liberdade.

Por serem espíritos que sofreram aqui na terra, são espíritos calmos, de muita sapiência, pois na época a única coisa que possuíam era à força de nosso Pai.

Na falange dos Pretos Velhos, é benzedor, mandingueiro, usa ervas e mel em seus trabalhos.

Fuma cigarro de palha, cachimbo e às vezes charutos, toma água com mel e marafo com mel.

Gosta de um bom feijão com farinha e rapadura. Seu temperamento é paciente, bom conselheiro, não fala muito. Não aprecia curiosidade inútil.

Trabalha na umbanda e na quimbanda junto com Omulú, quando tem mandinga para ser tirada.

Não gosta de injustiça, traição e nem orgulho e soberba de filho que trabalha em cajuá e nem de consulentes.

Usa uma guia de contas de Nossa Senhora com crucifixo de madeira e duas figas uma de arruda e outra de guiné preta e vermelha ou preta e branca.

Trabalha com o médium há algumas encarnações. Tem como cambone espiritual Pai Tomé que assume os trabalhos quando está na Quimbanda.

Pai Benedito de Angola, trabalha para o homem físico no mundo material e no mundo espiritual, com as ervas de Oxóssi.

Na Umbanda e na Quimbanda seus trabalhos são feitos nas matas e no cemitério, cruzeiros das almas.

Agradecemos sua visita Volte sempre....

aviso
Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde
colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda.
Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que
fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa...
Comunicado Importante:
Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.
 


“Não basta que seja pura e justa a nossa causa.
É necessário que a pureza e a justiça
existam dentro de nós."

Trecho do poema "Do povo buscamos a força", de Agostinho Neto -

grande Poeta Angolano

"Se as coisas não andam bem, descanse, respire, conte até dez ou até mil se precisar , mas dispense a impulsividade e deixe a paciência e o tempo tomarem o seu lugar. Em meio a ira, a raiva , a ansiedade e o desespero Deus não opera , e tais sentimentos cegam nossa sensatez e nos incitam a fazer coisas que não provém de nós mesmos. Pensar antes de agir é primordial pra quem sabe o que é ter paz, e deixar com que Deus resolva tudo sem perder a compostura é confiar totalmente naquEle que sabe muito bem o que faz."

O segredo do perdão é olhar sem julgamento.
O segredo da fé é procurar as provas.
O segredo do carisma é olhar com amor.
O segredo da saúde é a alegria.
O segredo da força é a vontade.
O segredo do amor é a inteligência.
O segredo do destino feliz é ficar no melhor.
O segredo do equilíbrio é buscar o espiritual.
A vida tem seus segredos, mas, para quem está atento, fica fácil descobri-los.

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