Centro Pai João de Angola

“NÃO ABANDONES O TEU POSTO DE SERVIÇO!”

Reclamas veementemente das agruras e dificuldades do caminho para atenderes aos compromissos que te .

 foram delegados pelo Alto, ante o posto de serviço que te foi confiado.

Sentes por vezes o desestímulo a te envolver diante das ingratidões que te chegam deixando-te questionamentos:
será que vale realmente a pena continuar distribuindo o que me repassam espiritualmente diante de corações tão insensíveis com os quais me deparo?
Será que ninguém aprende nada?

Choras as incompreensões... quando não te achas alvo de uma trama bem urdida de intrigas e invejas dos que desejam te destruir.

Destruir o que? O que é imperecível?

Adotas uma postura de isolamento, buscando dessa forma estar protegido dos dardos peçonhentos que porventura te enderecem e que te ameaçem o teu equilíbrio físico, mental e espiritual.
Se permaneceres assim te desequilibrarás muito mais.

É junto do joio que o trigo floresce e não separado dele!

Reclamas, reclamas, reclamas...

Porventura já buscastes mudar a tua forma de mero espectador para te perguntares por que deténs um posto de serviço em tuas mãos?

Já passou pela vossa mente que tudo que vos acontece tem uma razão de ser para o vosso aprendizado moral?

Será que realmente largando teu posto de serviço encontrareis tranqüilidade para viver?

Pensa, pensa, pensa...

O Posto de Serviço - a Tua Aldeia - no qual te encontras, é o teu ponto de apoio!
É a tua âncora!

A tua tábua de sustentação!

Se com Ele caminhas assim; imaginas sem Ele?

Sacerdócio é cruz abençoada de progresso e assim deve ser entendido!

Nenhum mentor diz para o seu filho que a caminhada será fácil, sem subidas ásperas, árduas e íngremes! Porém sempre afirmamos que nunca será impossível!
Então para que tanto desalento?

Para que tanto dissabor?

Quando assumiram às responsabilidades vocês podiam até não conhecer o percurso todo, como de fato ainda não o conhecem, mas, enganados não estavam!

Coloquem vossos olhos para o Alto; o sorriso nos lábios; a alegria no coração e o serviço nas mãos e nos pés, porque é assim que age um guerreiro, sempre pronto e de atalaia para servir e se na Aldeia de cada um de vós algum filho não vislumbra esse pensamento, é porque ainda não se permitiu forjar o guerreiro íntimo! Sendo o tempo o melhor remédio para tudo.

Silencia as reclamações. Polícia o teu verbo e continua a caminhada.

As folhas caem das árvores, mas, a terra as transforma em adubo para que os pássaros voltem a cantar em uníssono.

Então, filhos e guerreiros de Pery sirvam e passem. Não se detenham na marcha!

A beleza do caminho está nas sementes que são lançadas e na hora certa elas florescerão.

Não parem para reivindicar concessões. Porém diminuam o passo quando for necessário para melhor servir.

E esse caboclo mais uma vez vos afirma: “não abandones o teu Posto de Serviço” pois, nada fica a esmo. E se nenhuma nau fica à deriva, quem dirá uma Aldeia?

Saravá Seu Ogum Rompe Mato!
Saravá Iabamane!
Oxoce os abençõe!

Caboclo Sete Flechas das Matas, um guerreiro de Pery.
Mãe Luzia Nascimento

Prece a Ogum

As sete espadas

saíram da mata Era Ogum! gritou o caçador As sete espadas saíram do mar Era Ogum! gritou o pescador As sete espadas saíram da terra Era Ogum! gritou o guerreiro As sete espadas rasgaram o céu Era Ogum!

 gritou Olorum Eu andei por ruas desertas e um manto azul me escondeu dos perigos Eu andei por estradas longas e um manto vermelho me cobriu dos inimigos Eu andei por terras, asfaltos e mares e um manto prateado afastou de mim o medo Meu pai e poderoso Ogum! Senhor das sete serpentes Senhor dos sete anéis sagrados Deito a teus pés no dia de hoje, e sempre para em louvor agradecer a tua proteção!

Ogunhê! Ogunhê!

Pular sete ondas: origem é da umbanda

Cada uma das linhas umbandistas concebem o rito de uma determinada forma, sendo que na maioria das vezes o ato de pular sete ondas significa purificação do corpo e espírito, além da devoção aos orixás, e em especial a Iemanjá, que é a figura considerada a rainha do mar e dona das águas salgadas.

Além disso, existe ainda a relação com as Sete Linhas de Umbanda, que são constituídas pelos sete orixás: Oxalá, Oxum, Oxóssi, Xangô, Ogum, Obalauiê e Iemanjá.

Na Umbanda Sagrada, a analogia é feita a partir da consideração dos Sete Tronos de Deus, que compreendem a Fé, Amor, Conhecimento, Justiça, Ordem, Evolução e Geração.

Não se sabe quando exatamente que essas ações ritualísticas começaram, não há uma data oficial.

E o significado varia de um terreiro para outro, e ainda vai depender dos entendimentos, ritos, linhas e perspectivas que a pessoa tem sobre a religião, ou seja, vai muito além de simplesmente pular ondas, ato que muitos fazem, mas sem saber do real significado.

Apesar de existirem diferenças, o ato de pular as sete ondas na virada do ano faz alusão a preceitos e homenagens prestadas inicialmente por aqueles que praticam e conhecem a Umbanda, que são os mesmos que consideram o mar a casa de mãe Iemanjá, remetendo ainda a um lugar que gera, purifica e renova. A prática não é abominada ou mal vista por aqueles que veem as pessoas pulando sem conhecer, mas agora já é possível levar esse significado para sua vida na hora de pular as ondas. E que venha 2016.

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Meu Pai Oxalá - General de Umbanda.mp3

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