Centro Pai João de Angola

Salve Rei Congo

História de rei Congo
Rei Congo é um Preto Velho amado por toda a Umbanda, pela sua humildade e serenidade.
 
    Ele foi escravo entre o século XVI e o século XVII, e desde sua juventude era um guerreiro, que lutava em prol de seus irmãos africanos que tanto sofriam nas mão de seus Coronéis e Feitores.
 
    A história diz que Rei Congo, que tinha seu nome de batismo como Octácilio, era um grande rezador e curador de doenças, ficando sendo conhecido entre negros e brancos pelo seus tratamentos das moléstias como a tuberculose, que na época exterminava muitas pessoas sem escolher cor nem raça.
 
    O negro Octácilio, certa vez após uma das filhas de um Coronel fazendeiro, chamado de "Senhor do café", ficar muito fraca com a famigerada doença assassina, a tuberculose, ficou muito conhecido em toda região pelo tratamento dado a pequena sinhá, através de seus conhecimentos de ervas utilizadas em chás e compressas, sanando assim todo mal estar sofrido por ela e curando-a de vez da tão maléfica doença. Após esse fato Octácilio começou a frequentar outras fazendas da região para, com sua sabedoria ajudar outras pessoas que sofriam além da famigerada tuberculose outros males que afligiam a tão covarde e intolerante classe branca e rica da época.
Com essas viagens de fazenda em fazenda, Octácilio começou a perceber que seus irmãos negros sofriam grandes humilhações e maus tratos dos então feitores que ordenados pelos coronéis, mandavam castigar na chibata e no tronco todos os negros sem que houvesse motivo para tal covardia.
 
    E foi assim que o jovem Octácilio tomou para si a vontade de lutar contra essas atrocidades, e dia após dia ele tomado por seu desejo de liberdade e também pela grande vontade de livrar seus irmãos das garras covarde de feitores e coronéis, ele decidiu então tentar a fuga, com o objetivo de mais tarde tentar ajudar os outros escravos a fazerem o mesmo.
 
    Enfim chega a noite da fuga, Octácilio e mais alguns negros, após um dia cansativo na preparação da terra para um novo plantio de café, conseguem fugir do cativeiro após dominarem o feitor e seus jagunços quando já iam acorrentar as portas do senzala.
 
    Vários negros fugiram, muitos deles foram recapturados e outros mortos, mas Octácilio conseguindo se embrenhar nas matas escuras conseguiu enfim a sua liberdade.
 
    A partir desse dia, Octácilio com a ideia fixa em tentar libertar seus irmãos escravizados, rogou a Pai Oxalá e a todos os Orixás que lhe mostrassem o caminho para que ele conseguisse o tal feito.
Após vários dias e noites fugindo pelas matas sagradas de Pai Oxossi, ele se depara com uma montanha, que na época era conhecida como "Monte dos Perdidos", essa montanha tinha centenas de caminhos que interligados chegavam a lugar algum, e apenas um caminho levava ao cume da montanha.
 
    Octácilio por algumas vezes já ouvira falar da lenda do "Monte Perdido", e sabia que o cume dessa montanha seria o lugar ideal para se abrigar e abrigar os negros que ele desejava libertar dos açoites e dos troncos destruidores.
 
    Em suas orações ele pediu aos Orixás Sagrados que lhe abrissem o caminho, e que ele conseguisse chegar ao cume da montanha sem se perder pelo labirinto que o levaria a morte.
 
    Foi ai que ele começou sua caminhada rumo a tão assustadora montanha, e sem se dar conta, subia a trilha de maneira tão segura e confiante que sem esperar em poucas horas já estava diante de um grande campo florido com um grandioso lago de águas límpidas. Ele admirado por tanta beleza daquela natureza que lhe foi entregue por Oxalá, ele se ajoelha e agradece pelo presente tão belo.
 
    E foi nesse belo e protegido lugar que Octácilio começou a sua luta de livrar da escravidão seus irmãos negros, pois ali estava nascendo o Quilombo do Congo" e também o sonho de ali ser o caminho da paz buscada pelos quilombolas.
 
    Entrando pelas fazendas cafeeiras durante as madrugadas, Octácilio começou a resgatar os negros escravos, levando-os para o Quilombo do Congo, e ali esses negros começaram a plantar, a construir seus lares e constituir família.
 
    Octtácilio escolhia os negros mais novos, fortes e ágeis, fazendo deles um grupo de guerreiros da mesma causa, ou seja libertar mais e mais escravos, e no primeiro grupo já preparado para ação, o negro Octácilio recebeu o nome de Rei do Quilombo do Congo, e todos a partir desse dia passaram a lhe chamar de "Rei Congo", como é conhecido até hoje nas casas de Umbanda.
 
    Certa vez, em mais uma das centenas de vezes que Rei Congo tentava buscar a liberdade para os negros escravizados, um certo coronel muito temido dentro da região fez com que seus feitores e centenas de jagunços ficassem de tocaia por vários dias e noites com intuito de capturar o libertador de escravos. E numa noite nebulosa no qual Rei Congo e seus guerreiros estavam prontos para mais uma ação, o velho negro Malaquias, que tinha o dom da vidência, disse ao seu Rei negro que aquela noite ele não deveria levar seus guerreiros, pois muitas mortes poderiam ocorrer, ele deveria ir só, pois apesar de ser muito perigoso seria dessa oportunidade que ele traria um grande aliado nas causas que lutavam.
 
    Rei Congo com toda sua humildade concordou com o velho Malaquias, e saiu só para essa missão, ao chegar a fazenda em questão, Rei Congo tenta chegar a senzala onde dormiam os negros escravizados. Porém a um certo momento Rei Congo se depara com um dos feitores da fazenda com dezenas de jagunços armados. O feitor o acorrenta em um tronco próximo a senzala, a espera do dia raiar e acatar as ordens do tão famigerado coronel.
 
    Rei Congo com olhar firme porém sereno, tenta buscar forças nas palavras do velho Malaquias, tentava entender todo o fato, toda a causa do acontecimento. Sabia ele que tudo que acontecera teria uma razão, porém até então não conseguia chegar numa resposta em que aquilo tudo poderia ajudá-lo na luta contra a escravidão.
 
    O sol raiou, e o feitor que ora tinha acorrentado Rei Congo, tinha um semblante cansado, parecia amargurado. Ele manda um dos seus jagunços levarem a notícia da captura do libertador de escravos ao coronel, que logo vem com as ordens de açoitarem o negro libertador até a morte, e que levassem o corpo dele a té ele, para junto a outros coronéis fazendeiros comemorassem a morte do tão temido Rei Congo.
 
    E foi dada a missão ao feitor de levar a morte a Rei  Congo por meio da chibata. E ele, o feitor, já preparado para o começo da tortura daquele corpo preso ao tronco de madeira por meio de correntes de aço, quando olha nos olhos de Rei Congo e diz se ele era o tal negro curador de doenças tão conhecido dentro da região por ter curado muitas pessoas da tão medonha doença, que na época era a tuberculose. Rei Congo, ainda com olhar sereno apenas balançou a cabeça afirmativamente. Então o feitor o livra das correntes e  se jogando aos pés de Rei Congo pede a ele para salvar a sua amada que se encontrava tísica, ela estava extremamente enfraquecida e sem nenhuma chance de sobreviver. Rei Congo estendendo a mão ao feitor, lhe pergunta se ele tinha fé, ele responde que sim, então Rei Congo diz que ele ia libertar sim a doce jovem dos males da tuberculose.
 
    O feitor, sabendo que teria que entregar o corpo de Rei Congo para os coronéis, resolveu então libertá-lo e seguir com ele e sua amada para o Quilombo do Congo. E assim foi feito, nesse mesmo dia saíram fugidos da fazenda rumo ao Monte dos Perdidos, e mesmo durante a viagem Rei Congo fazia seus chás e compressas para o tratamento da jovem Rosa, que dia após dia ia recuperando sua saúde. E ao chegarem a seu destino, com cuidados mais especiais, com o tratamento vindo das ervas e compressas sagradas do velho Congo, Rosa se recuperou totalmente, e em agradecimento o feitor, que tinha o nome de Amadeu, jurou lealdade a Rei Congo, que se transformou em um dos grandes guerreiros libertadores do Quilombo de Rei Congo.
 
    Apenas os guerreiros de Rei Congo sabiam o caminho correto para chegar ao "Monte dos Perdidos" que já estava sendo conhecido em toda a região como "Quilombo de Rei Congo". Como a quantidade desses guerreiros ainda era baixa, não davam conta de libertarem tantos escravos como era da vontade de Rei Congo, pois as viagens de ida e volta as fazendas eram longas, cansativas e perigosas, ele decidiu então montar pequenos quilombos que servissem de esconderijo para os quilombolas próximo ao quilombo principal, tentando assim conseguir um pouco mais de tempo para aumentar as ações contra a escravidão nas fazendas. Isso infelizmente durou pouco, pois mesmo em matas fechadas esses pequenos quilombos foram descobertos pelos Feitores e seus capatazes, ou pelos Capitães do mato contratados pelos coronéis fazendeiros que estavam a busca de seus escravos.
 
    Rei Congo então decidiu que mesmo com a demora das viagens e a dificuldade da subida ao "Monte dos Perdidos", seria melhor que os negros libertados fossem levados diretamente para um lugar seguro ao invés de acamparem nos pequenos quilombos a espera de alcançarem um número maior de quilombolas.
 
    E assim foi feito por longos anos, Rei Congo e seus guerreiros libertavam os seus irmãos escravizados, os levavam para o Quilombo, e lá eles plantavam, criavam animais, constituíram laços, cultuavam seus Orixás, viviam em paz e em liberdade.
 
    Muitos coronéis por anos tentaram alcançar o tão conhecido e guardado Quilombo de Rei Congo, muitos feitores, capatazes e Capitães do mato perderam suas vidas tentando decifrar o caminho correto que levava ao cume da montanha, mas nenhum desses tiveram êxito em seus
objetivos, pois ali além de ter grandes guerreiros que protegiam a entrada e o caminho do quilombo, tinha um Rei, um Rei protegido pelos Orixás, principalmente por pai Oxalá no qual o velho Rei Congo agradeceu por toda sua vida a luz dada para que ele encontrasse o caminho para sua libertação e a de centenas de irmãos negros.
 
    No final do século XVII, Rei Congo fez sua passagem para o mundo dos espíritos já com 90 anos de idade no corpo físico, e sendo agraciado por pai Oxalá a benção de poder vir a terra como Entidade de Luz para continuar libertando as pessoas da escravidão, porém com um trabalho ainda mais árduo, pois essa escravidão não são nas correntes de aço frio, mas da escravidão da inveja que consome a alma, da falta de humildade que magoa o espírito, do orgulho que destrói o perdão, da soberba que esmaga o ser, da falta de amor que escurece o caminho e principalmente da falta de fé que lhe desvia da evolução espiritual.
 
 
    Rei Congo preto velho calmo e sereno, humilde mas soberano, tem sempre  a palavra certa na hora certa, tem ensinamentos certos pros momentos certos. Com sua voz mansa e seu jeito peculiar de se sentar, ele é reconhecido por toda a Umbanda, e todos que já tiveram a oportunidade de poder ouvir seus conselhos em seu tom de voz sereno,, pode se considerar um abençoado por pai Oxalá..
 
    Rei Congo meu mentor, meu Vovô eterno, minha luz num caminho escuro, a ti peço a benção e proteção.
 
    Saravá Vovô Rei Congo, Adorei as Almas.
 
 
Carlos de Ogum.

 

Ao invés de ficar fazendo fofoca, maldizendo as pessoas por aí, ajoelhe-se e faça uma oração pedindo a Deus pra que Ele ilumine e contenha os seus maus pensamentos. Melhor uma boca calada do que palavras injustas ferindo o próximo, e espalhando a maldade que habita os nossos corações. Se você é do tipo que fala demais, regenere-se. Seja justo e dedique-se a cultuar a perfeição do silêncio

Ó poderoso Pai Oxalá, o maior dos Orixás, aspiração suprema dos desejos dos nossos corações, encaminhamos até a sua claridade, clareando todos os nossos passos no amanhecer de cada dia.
Que a luz, a eterna luz que o senhor derramou e derrama todos os dias, cubra a cabeça daqueles que a ti estão ligados numa corrente de fé e num só pensamento elevamos as nossas preces.
Oxalá nosso Pai, dai-nos a graça de chorarmos sinceramente nossas faltas cometidas, e com espírito de humildade, nos purificar através da fé e da caridade.

Que nós consigamos limpar a morada dos nossos corações, desterrando tudo que é mundano, vício, ódio e, maldade, na certeza de que com toda esta humildade alcançaremos o Senhor. Pai Oxalá, sabeis que a razão humana é fraca, e pode enganar-nos, mas a verdadeira fé não pode ser enganada. Obrigado Pai Oxalá por tudo que o Senhor nos deu e nos dá. Esperamos todos unidos, que o senhor nos escolha para sermos mais alguns dos vossos íntimos amigos.

Cuide de Sua vida.

Por que da minha ogum já cuida!!!

ORAÇÃO DE OGUM
Salve Ogum, guerreiro de oxalá.
Orixá que abençoa seus filhos e os filhos de seus filhos.
Pai destemido, Senhor da espada de fogo que corta todas as demandas e
Conduza os que amam aos cominhos da prosperidade.
Que em meus caminhos, possa eu, filho seu merecer as vossas Bênçãos:

a espada
Que mim encoraja, o escudo que mim defende e a bandeira que me protege.
Meu pai Ogum
Não me deixe cair
Não me deixe tombar.

PATACURI OGUM
OGUM NHÊ.

 A História Vovô Joaquim

Vô Joaquim lerê, Vô Joaquim Lerá, Vô Joaquim vem de Angola, Vô Joaquim vem de Angola, Angolá...

Vô Joaquim lerê, Vô Joaquim Lerá, Vô Joaquim já vem de Angola, Vô Joaquim vem de Angola, Angolá...
Vô Joaquim é um Preto Velho caridoso, extremamente bondoso e humilde, com sua fala mansa e cheia de ternura, que trabalha em prol da caridade nos Terreiros de Umbanda trazendo sua paz, curando enfermos, trazendo luz nos caminhos escuros, ensinando a humildade a seus filhos e demonstrando o valor da fé.
 Dentro da Umbanda Vô Joaquim tem uma importância especial, pois é ele que comanda todos os outros Pretos Velhos que trabalham na linha do Orixá Oxossi.
E mesmo tendo outras variantes de nomenclaturas de Vô Joaquim, como Joaquim D'angola, Do Congo, Das Almas, entre outras, todos Médiuns que tem em sua coroa um Vovô ou Pai Joaquim, tem uma ligação forte do Orixá Oxossi, sendo Pai ou protetor de coroa desse Médium.
Vovô Joaquim tem uma grande experiência com ervas, e delas faz seus trabalhos de benzeduras, limpezas, descarrego, desobsessão, curas tanto do corpo físico como do espírito.
Ele tem um modo de trabalho espiritual extremamente diferenciado de muitos Pretos Velhos, pois as suas ações são determinadas pelo seu próprio tempo, sendo ele bastante sereno, muitas vezes antes de falar algo ou fazer uma limpeza que seja necessária a um consulente, ele calmamente cachimba, olha a fumaça que se esvai no ar, olha em sua volta, cachimba novamente, sorri, da um longo e vagaroso gole no seu café sem açúcar ou no seu vinho moscatel, para serenamente olhando as palmas das mãos, faz as suas orações como se cochichasse com Zambi ou os Orixás, e sorrindo fala ou faz o que deve ser falado ou feito sem a menor pressa e sempre dentro de seu tempo e serenidade.
É dito que Vô Joaquim é um dos mais velhos, em relação a idade cronológica, Pretos Velhos que trabalham para a caridade nos Terreiros de Umbanda.
Muitos acreditam que ele em sua vida terrena perdeu a conta de anos que passou encarnado, de tantos que foram.
E ainda é dito que ele ultrapassou com folga a idade terrena da Preta Velha Vovó Joaquina, que era conhecida como Velha Feiticeira ou simplesmente Chica.
Que pelas histórias contadas nos Terreiros de Umbanda, ela ultrapassou a idade terrena de Pai Benedito da Calunga, que afirma ter desencarnado com 120 anos.
Se nosso querido e risonho Pai Benedito desencarnou com 120 anos de idade, e se a Vovó Feiticeira ultrapassou essa idade, imaginemos então a que idade terrena chegou nosso amado Vô Joaquim, que dizem ser um dos mais idosos Pretos Velhos da Umbanda. Vovô Joaquim foi um negro escravizado lá pelo século XV para o século XVI.
Pelas histórias contadas, era ele um negro forte, inteligente, que compreendia o que dizia os sons dos ventos, dos rios e das matas.
E assim ele buscava respostas as suas dúvidas e falta de compreensão em algumas coisas que para ele não devia existir na terra oferecida pelo Pai Maior, Zambi, no qual ele se entregava em orações elevando sempre sua fé.
Joaquim, ainda moço, era visto por muitos da fazenda, na qual ele era escravizado, como o abençoado das matas e da Lua. Pois ele buscava sua serenidade no brilho da Lua, a Lua que ele chamava de "Penumbra de Zambi", assim como buscava entendimento nas matas para que assim fosse possível, através de ervas, raízes, frutos e sementes, fazer seus medicamentos, compressas, limpezas de corpo e espírito, macerando tudo que necessitava para que o resultado sempre fosse perfeito, assim como ele aprendeu com os negros mais velhos e que com perfeição faziam esse trabalho de caridade, tanto aos brancos, quanto aos negros da época. Com o passar do tempo, Joaquim ficou bem conhecido por toda a região, sendo ele respeitado por brancos e negros, homens e mulheres, crianças e idosos, coronéis e escravos.
 Já com um grande conhecimento adquirido, juntamente com sua luz própria e a força da natureza, principalmente das matas, da Lua e dos rios com suas águas límpidas, Vô Joaquim, por ordem dos Senhores de Escravos da região e de seu próprio senhor, um coronel cafeicultor muito exigente e bastante cruel, ordenou a ele que seguisse de fazenda em fazenda da região buscando curar os negros adoentados. E se caso o mal físico apresentado pelo negro não fosse possível ser tratado em tempo curto, ele, o próprio Joaquim, estaria responsável por terminar com o dito "problema", ceifando a vida do negro enfermo, e se não fizesse iria ao tronco para ser açoitado até a morte.
Vô Joaquim ficou desesperado com a ordem dada pelo seu coronel.
Ele nunca poderia tirar a vida de um semelhante. Não sabia o que fazer, clamava a "Senhora Lua" uma resposta, pedia a "Floresta Mãe" um caminho.
Rezou, orou e chorou, e após momentos de intensos pensamentos desalinhados em sua mente, decidiu que não acataria as ordens dadas pelo famigerado coronel, e dos seus cúmplices no extermínio aos seus irmãos negros adoentados.
Já disposto a falar com o coronel a sua decisão, e já preparado para receber a pena que sofreria, entendendo que assim entregaria sua vida mas não limitaria a vida de um só ser, Joaquim observando o céu já anunciando a chegada das brilhantes estrelas que enfeitariam mais uma noite linda, olha firmemente para a sua companheira brilhante, a tão sublime Lua de Ogum e deixa suas lágrimas rolarem na face já cansada.
 Por um instante escuta o som de um assobio intenso e agudo, no qual lhe chama bastante atenção.
Seguindo o som, Vô Joaquim se entranha na mata. Os assobios se tornam mais intensos e cada vez mais próximos.
E sem ele menos esperar sai de trás de um tronco de árvore um ser de aparência indígena, demonstrando serenidade, e seriedade intensa.
 Vô Joaquim fica um pouco apreensivo, pois nunca tinha visto corpode21 alguém com essas características pela região.
Mas mesmo assim fintou firmemente os olhos do índio, que após abrir um ar de sorriso e logo tornando seu rosto mais sério que antes disse: "Negro filho das matas e protegido pela Lua de meu irmão Ogum.
Sua decisão de entregar-se ao destino sombrio das mãos pecaminosas da morte, é algo impensado e errôneo.
 Você Negro, filho das terras africanas, terras essas que fazem dos homens símbolos da coragem e da fé, não deve procurar apenas os caminhos impostos pelos seus senhores brancos.
A resposta desse seu impasse virá de uma caridade que deverá prestar e da coragem que deverá demonstrar.
 Quando chegar o momento, tu Negro bondoso e caridoso, vai saber o que fazer.
 Agora retorne de onde viestes e se feche em oração a Oxalá e a Zambi, nosso Pai Maior." E assim o índio desaparece adentrando nas matas, apenas iluminado pelos raios do luar que passavam pelas densas folhas das grandiosas árvores, sem que ao menos Vô Joaquim percebesse o caminho tomado por ele.
 O velho Joaquim, retornando até a margem do rio em que passava horas em oração, sentou-se ao chão, levantou seu olhar para a deusa Lua, abriu os braços como que se quisesse abraçar toda aquela força e brilho emanada pela "penumbra de Zambi", e se voltou em orações, sem mais pensar na decisão que tinha tomado horas antes.
No dia seguinte, o Sol já raiava, e Vô Joaquim ainda se encontrava sentado a beira do rio, quando ouve o trote acelerado de um cavalo que trazia o feitor que aos gritos chamava pelo seu nome.
Após uma breve conversa, Joaquim entende que o coronel cafeicultor o mandara buscar com urgência, pois a pequena sinhazinha, filha do coronel, se encontrava adoentada, acamada, sem forças e todos temiam pelo pior.
 O Velho Joaquim sobe a garupa do cavalo do feitor, e partem para a casa grande, onde se encontrava a menina enferma. Ao chegar aos aposentos da menina, Joaquim se depara com um coronel desesperado, choroso e clamando pela vida de sua amada filha única. E essa se encontrava deitada, pálida e inerte. O coronel chega ao negro e lamenta intensamente, pede em tom baixo que ele salve a sua filha. Vô Joaquim, com seu ar sereno, pede calma ao coronel. Ele se ajoelha ao lado da menina, fecha os olhos e faz suas orações. Nesse momento vem a sua mente a imagem do índio que lhe apareceu nas matas, que lhe diz: "Chegou o momento de mostrar caridade e coragem."
Nesse instante, num salto ímpeto, Joaquim se levanta olhando fixamente aos olhos do coronel, lhe dizendo: "Meu senhor, infelizmente os males de sua pequena sinhazinha são extremos.
 Poderá ela lutar pela vida, mas isso demorará intensamente.
Sendo assim, só tenho uma coisa a fazer, que será ceifar antecipadamente com a vida de sua menina, assim como me ordenou a fazer com a vida dos negros enfermos.
E talvez como as mães e pais desses negros que terei que antecipar a morte, o senhor coronel deverá se conformar, pois estarei tão somente acatando suas ordens.
Ordens essa de ser o mensageiro da fria e sombria morte."
O coronel ao ouvir isso se pôs de joelhos aos pés do velho negro, clamando por ajuda, pedindo perdão e dizendo que agora ele entendeu a dor de perder um ente querido, mesmo tendo a possibilidade de salvá-lo. E que Joaquim poderia peregrinar por entre as senzalas, rezando e fazendo suas benzeduras para salvar a todos os negros, independente do mal e do tempo que isso levasse.
Vovô Joaquim novamente se voltou a sinhazinha, se pôs em oração, fez algumas compressas com ervas e raízes que ele tinha consigo, e colocou no pequeno corpo da menina.
 Fechou os olhos e fez sua benzedura. Ao abrir os olhos viu a imagem do índio aos pés da cama da pequena enferma, que lhe deu um pequeno ar de sorriso. O índio abre os braços em frente a menina, e Joaquim ouve o assobio tão característico e conhecido para ele.
O índio desaparece, e o negro com um sorriso sereno, da continuidade a suas orações, e poucas horas depois a pequena menina, já com um sorriso no rosto e um tom mais corado na pele, abraça o velho Joaquim como se agradecesse pelo retorno a vida.
O coronel muito agradecido, passou a tratar os negros com mais respeito, atenção e dedicação.
 O velho negro Joaquim passou a viajar por entre senzalas e fazendas, com uma charrete e um cavalo que lhe foram dados pelo coronel, para salvar a vida de negros e brancos enfermos, independente de tempo e qual fosse o mal do corpo ou espírito.
Hoje Vô Joaquim é um dos Pretos Velhos mais queridos e respeitados da Religião de Umbanda.
 Com seu ar doce e sereno, um avô que todos desejariam de ter, ele com suas calças brancas arregaçadas, pés descalços, sua simplicidade e humildade, encanta a todos os filhos de Umbanda.
Podemos rotineiramente ver ele trabalhando ao lado de pés de ervas, como arruda ou alecrim.
Está sempre com uma vela traçada nas cores preta e branca nas mãos, abençoando aos filhos que por ele procuram.
Também acostumamos vermos ele trabalhando com velas na cor verde, que simboliza a cor do Pai das Matas, o Orixá Oxossi, na qual ele tem imensa devoção.
 Esse Vovô amado não dispensa o seu cachimbo, composto com fumo e algumas vezes com folhas secas de arruda e alecrim, para suas cachimbadas leves, no qual solta sua fumaça no ar e fica admirando como se estudasse cada forma.
 Esse é o nosso Velhinho Amado, o senhor da experiência, o negro das matas, o contemplador da luz da Lua, o afilhado de Oxossi, nosso querido Vovô Joaquim.
 Saravá Vovô Joaquim!
Adorei as Almas.

 

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Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


O Cavalo

Vale a pena ler!!!!!!


O Cavalo
 
O CAVALO
 
 
 
Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
 
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que o cavalo já estava muito velho e não servia mais par...a nada e também o poço já estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.
 
Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o cavalo. Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
 
O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente. Porém, para surpresa de todos, o cavalo quietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou.
 
O CavaloO camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu. A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão.
 
Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
 
Moral da História:
 
A vida vai lhe jogar muita terra, todo o tipo de terra. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
 
Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!
 
Para ser feliz você precisa libertar o seu coração do ódio, sua mente das preocupações, simplificar sua vida, dar mais e esperar menos, além de amar mais e aceitar toda a terra que lhe jogam, pois ela pode ser a solução e não um problema como a maioria costuma acreditar.
 



PARÁBOLA DA TÁBUA E DOS PREGOS

PARÁBOLA DA TÁBUA E DOS PREGOS

"Era uma vez um rapazinho que tinha um temperamento muito explosivo. Um dia, o pai deu-lhe um saco cheio de pregos e uma tábua de madeira.

Disse-lhe que martelasse um prego na tábua cada vez que perdesse a paciência com alguém.

No primeiro dia o rapaz pregou 37 pregos na tábua. Já nos dias seguintes, enquanto ia aprendendo a controlar a ira, o número de pregos martelados por dia foram diminuindo gradualmente.

Ele foi descobrindo que dava menos trabalho controlar a ira do que ter que ir todos os dias pregar vários pregos na tábua…

Finalmente chegou o dia em que não perdeu a paciência uma única vez.

Falou com o pai sobre o seu sucesso e sobre como se sentia melhor por não explodir com os outros.

O pai sugeriu-lhe que retirasse todos os pregos da tábua e que lha trouxesse.

O rapaz trouxe então a tábua, já sem os pregos, e entregou-a ao pai.

Este disse-lhe:

– Estás de parabéns, filho! Mas repara nos buracos que os pregos deixaram na tábua. Ela nunca mais ela será como antes. Quando falas enquanto estás com raiva, as tuas palavras deixam marcas como essas. Podes enfiar uma faca em alguém e depois retirá-la, mas não importa quantas vezes peças desculpas, a cicatriz ainda continuará lá. Uma agressão verbal é tão violenta como uma agressão física. Amigos são jóias raras, cada vez mais raras. Eles fazem-te sorrir e encorajam-te a alcançar o sucesso. Eles emprestam-te o ombro, compartilham os teus momentos de alegria, e têm sempre o coração aberto para ti."

 



 A bênção vovó proteção pra nossa banda

” Dai-me meus pretos-velhos um pouco de vossa humildade, de vosso
amor, e de vossa pureza de pensamentos, para que possa cumprir a minha
missão na Terra, seguindo todos os vossos exemplos de bondade.. Louvadas sejam todas as Santas Almas Benditas. Saravá!!!

REI_CONGO.mp3

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