Fumos e bebidas

Fumos e Bebidas


A Umbanda é muito criticada pelo fato de suas entidades usarem o fumo e as bebidas nas sessões, os detratores aproveitando-se disto para taxarem as entidades de atrasadas ou primitivas.


O FUMO

O segredo e a utilização, desses elementos por parte de nossas entidades, o modo como a fumaça é dirigida (magia) tem o seu eró (segredo) e não é como muitos utilizam


para alimentar a vaidade, o vício e a ignorância.

O fumo é a erva mais tradicional da terapêutica psico-espiritual praticada em nossa religião. Originário do mundo novo, os nativos fumavam o tabaco picado e enrolado em suas próprias folhas, ou na de outras plantas, conhecendo o processo de curar e fermentar o fumo, melhorando o gosto e o aroma.
Durante o período físico em que o fumo germina, cresce e se desenvolve, arregimenta as mais variadas energias do solo e do meio ambiente, absorvendo calor, magnetismo, raios infravermelhos e ultravioletas do sol, polarização eletrizante da lua, éter físico, sais minerais, oxigênio, hidrogênio, luminosidade, aroma, fluidos etéreos, cor, vitaminas, nitrogênio, fósforo, potássio e o húmus da terra. Assim, o fumo condensa forte carga etérea e astral que, ao ser liberada pela queima, emana energias que atuam positivamente no mundo oculto, podendo desintegrar fluídos adversos à contextura perispiritual dos encarnados e desencarnados.

O charuto e o cachimbo,

ou ainda o cigarro, utilizados pelas entidades filiadas ao trabalho de Oxalá são tão somente defumadores individuais.

Lançando a fumaça sobre a aura, os plexos ou feridas, vão os espíritos utilizando sua magia em benefício daqueles que os procuram com fé.
Os solos com textura mais fina, com elevado teor de argila, produzem

 fumos mais fortes, como os destinados a charutos ou fumos de corda, enquanto os solos mais arenosos produzem fumos leves, para a fabricação de cigarros.
No fabrico dos charutos, as folhas, após o processo de secagem, são reunidas em manocas de 15 a 20 folhas e submetidas a fermentação, destinada a diminuir a percentagem de nicotina, aumentar a combustividade do fumo e uniformizar a sua coloração.
Os tipos de fumo mais utilizados na confecção dos charutos brasileiros são: Brasil-Bahia, Virgínia, Sumatra e Havana.
Nos trabalhos umbandistas a cigarrilha de odor especial é muito utilizada pelas Pombogiras e Caboclas.
Os cigarros são utilizados para fins mais materiais, normalmente relacionados com negócios financeiros.

Os charutos de fumo grosseiro e forte são peculiares à magia dos Exus,

enquanto os charutos de fumo de melhor qualidade são usados por Caboclos.


Já os Pretos-Velhos dão preferência aos cachimbos,

nos quais usam diversos tipos de mistura de ervas, como o alecrim, a alfazema e outros, além de utilizarem cigarros de palha, impregnando assim os elementos com a sua própria força espiritual, transformando o tradicional "pito" em um eficiente desagregador de energias negativas. Desta maneira, como o defumador, o charuto ou o cachimbo são instrumentos fundamentais na ação mágica dos trabalhos umbandistas executados pelas entidades. A queima do tabaco não traz nenhum vício tabagista, como dizem alguns, representando apenas um meio de descarrego, um bálsamo vitalizador e ativador dos chakras dos consulentes.
Vemos assim que, como ensinou um Pai Velho, "na fumaça está o segredo dos trabalhos da Umbanda".
Geralmente os Guias não tragam a fumaça, utilizando-a apenas para “defumar” o ambiente e as pessoas através das baforadas, apenas enchem a boca com a fumaça e a expelem sobre o consulente ou para o ar.
A função principal é a de defumar aqueles que chegam até a entidade. Algumas entidades deixam de lado o fumo se a casa for defumada e mantiver sempre aceso algum defumador durante os trabalhos.

BEBIDAS

O álcool, tem emprego sério na Umbanda.

Quando tomado aos goles, em pequenas quantidades, proporciona uma excitação cerebral ao médium, liberando-lhe grande quantidade de substâncias ativadoras

 cerebrais, acumulada como reserva nos plexos nervosos (entrelaçamento de muitas ramificações de nervos), a qual é aproveitada pelos guias, para poderem trabalhar no plano material.

Deste modo, quando o médium ingere pequena quantidade da bebida, suas idéias e pensamentos, brotam com mais e maior intensidade. É também uma forma em que a entidade se aproveita este momento para ter maior "liberdade de ação".
Os exus são os que mais fazem uso da bebida. Isto se ao fato de, estas linhas utilizarem muito de energias etéricas, extraidas de matéria (alimentos, álcool, etc.), para manipulação de suas magias, para servirem como "combustível" ou "alimento", encontrando então, uma grande fonte desta energia na bebida.
Estas linhas estão mais próximas às vibrações da Terra (faixas vibratórias), onde ainda necessitam destas energias, retiradas da matéria, para poderem realizar seus trabalhos e magias!
O marafo também é usado para limpar/descarregar pontos de pemba ou pólvora usados em descarregos.
O álcool por sua volatibilidade tem ligação com o ar e pode ser usado para retirar energias negativas do médium.
Já o alcool consumido pelo médium também é dissipado no trabalho, ficando em quantidade reduzida no organismo.
O perigo nestes casos é o animismo, ou seja, o Médium consumir a bebida em grandes quantidades por conta própria e não na quantidade que o Guia acha apropriada.

Nestes casos, pode ser que o Guia vá embora e deixe o médium sob os efeitos da bebida que consumiu sem necessidade.

MENORES DE IDADE

Se o médium for menor de idade, não se deve permitir que o guia use o fumo e a bebida quando incorporado. Trata-se de respeitar as leis vigentes e evitar que o nome da Umbanda seja associado a possíveis processos judiciais.
O mais indicado seria inclusive ter uma autorização dos responsáveis pelo menor para que ele possa participar dos trabalhos, especificando inclusive (se possível) os horários de início e término das mesmas.

O FUMO E A BEBIDA SÃO INDISPENSÁVEIS?

Podemos sim não utilizar fumo e bebidas. Estes elementos são ferramentas dos Guias para os trabalhos, que podem não ser utilizadas. Haverá uma diminuição da eficiência e rapidez do trabalho, mas ele será realizado também, mais devagar e de forma mais trabalhosa. Será como utilizar apenas as mãos para um determinado trabalho, possível, mas mais trabalhoso. É uma opção do médium, caso o médium não possa ou não queira fumar e beber, o Guia irá respeitar sua decisão.
Pode neste caso solicitar apenas que sejam feitas oferendas com estes elementos, ou que um copo com sua bebida seja deixado próximo a ele quando esiver trabalhando incorporado.


CHARUTO DE CABOCLO

Ligia segurava o charuto do caboclo que estava a cambonar enquanto a entidade em questão participava dos trabalhos em uma roda de descarrego.

 Terminada a tarefa o caboclo dirigiu-se em direção a sua cambone e pediu o charuto de volta agradecendo-a por haver segurado o seu instrumento de trabalho, mas Ligia, não se contendo de sadia curiosidade, perguntou a entidade:

 — Senhor caboclo?

 — Pois não fia?

 — O senhor poderia esclarecer-me uma dúvida?

 — Pode fazer pergunta fia!

 — O que eu gostaria de saber é o seguinte: por que o senhor sempre me agradece a cada vez que eu entrego o charuto que estou segurando de volta para as suas mãos?

 — Suncê quer saber fia?

 — Se for possível, gostaria sim.

 — Fia, antes de caboclo responder, observe a atuação da nossa linha de trabalho nesta próxima roda de descarrego, sim?

 — Sim senhor!

 Após trabalhar com todas as pessoas que estavam naquela roda de descarrego a entidade estendeu sua destra a fim de que sua cambone segurasse o seu charuto enquanto ele e as demais entidades que participavam dos trabalhos na roda pudessem finalizar o trabalho.

 Ao término daquela roda de descarga a entidade, então, tornou junto à Ligia dizendo:

 — Entrega o pito de volta para Caboclo fia!

 Ligia devolveu o charuto à entidade que, então, disse-lhe:

 — Este caboclo agradece por toda sua atenção.

 Ligia sorriu meio que ainda sem entender o porquê daquele agradecimento e o caboclo perguntou a ela:

 — E então fia? O que suncê observou do nosso trabalho junto à roda de descarrego?

 — Bem, eu observei algumas coisas, mas fica difícil de dizer algo, no aspecto geral, sobre o trabalho dos caboclos em uma roda de descarrego por que cada um trabalha de um jeito diferente em cada assistência.

 — Isto até que é verdade, mas o que suncê observou de semelhante no trabalho de qualquer mano caboclo lá na roda?

 — A fumaça do charuto! Nenhum dos senhores trabalha sem ela!

 — Muito bem observado fia!

 A entidade soltava umas baforadas do seu charuto enquanto fitava o semblante de Ligia e, após alguns instantes, perguntou a ela:

 — Suncê ainda não entendeu porque que caboclo lhe agradece por segurar o pito dele, não é?

 — Não senhor!

 — Fia suncê tem o dom para isso e é por esse motivo que caboclo vai dilatar um pouco de sua percepção sensorial.

 — Sim senhor!

 A entidade estalava os dedos e soltavas algumas baforadas do seu charuto por toda a cabeça de Ligia. O processo durou poucos segundos e quando terminou a entidade solicitou a Ligia que abrisse os olhos.

 — Nossa senhor caboclo!

 — O que foi fia?

 — É que eu fiquei com um pouco de tontura.

 — Não se preocupe que já, já ela passa.

 — Sim senhor, na verdade ela já está passando.

 — Fia este caboclo vai participar de outra roda de descarrego e pede a suncê que continue a observar pra ver se descobre o porquê do nosso agradecimento, sim?

 — Sim senhor.

 Quando o caboclo terminou de realizar o seu trabalho com o charuto naquela roda ele, então, estendeu o braço para Ligia que, prontamente, segurou o charuto em suas mãos.

 Minutos depois de terminada mais uma roda de descarrego a entidade pediu a Ligia:

 — Entrega de volta o pito pra Caboclo fia!

 Ligia assim o fez e ele novamente agradeceu-a para depois perguntar:

 — E agora fia? O que suncê observou do nosso trabalho na roda?

 — Nossa senhor caboclo! Parecia que eu estava ficando louca!

 — Por que isso fia?

 — Parecia que a fumaça do charuto dos senhores funcionava perispiritualmente para os assistidos na roda como se fosse uma espécie de chuveiro que tira todas as sujeiras do corpo físico.

 A entidade sorriu com a comparação de Lígia e ela prosseguiu:

 — É sério Sr. Caboclo! Quando a roda de descarrego terminou alguma coisa nelas parecia que estava muito mais limpo do que antes: algumas pessoas respiravam melhor, outras estavam como se tivessem retirado um peso do coração, enfim foi muito bonito de se ver.

 — Fia antes de ir para a próxima roda de descarrego este caboclo pede que suncê segure o pito dele.

 E, estendendo-lhe a destra, o caboclo entregou o charuto a sua cambone solicitando:

 — Fia, agora feche os seus olhos e faça uma prece ao Criador pedindo bênçãos por todos aqueles que ainda passarão pelas rodas de descarga na gira de hoje!

 — Sim senhor!

 Ligia fez a prece com todo o fervor de sua mente e do seu coração e, então, abriu os olhos.

 A entidade, assim, disse-lhe:

 — Fia este caboclo agradece por suncê ter segurado o pito dele mais uma vez e pede que suncê observe o trabalho de nós em mais uma roda de descarga para ver se agora descobre o porquê dele agradecer a suncê por segurar o pito, tudo bem?

 — Sim senhor!

 Quando o caboclo terminou de realizar o seu trabalho com o charuto naquela roda ele, então, estendeu o braço e Ligia, prontamente, segurou em suas mãos o charuto da entidade.

 O trabalho naquela roda foi finalizado e quando a entidade aproximou-se de Lígia esta estendeu-lhe as mãos na intenção de devolver o charuto para o caboclo, mas este lhe disse:

 — Deixe o pito por mais um tempo em suas mãos que na hora certa este caboclo pede de volta a suncê, sim fia?

 — Sim senhor!

 — Este caboclo agradece por toda sua dedicação fia e pergunta: o que suncê observou nos trabalhos da última roda que caboclo acabou de participar?

 — Senhor caboclo eu realmente observei algumas coisas, mas eu peço ao senhor que, se eu houver visto demais, que o senhor fale francamente comigo como sempre o fez.

 — Nossa fia Ligia! Mas por que todo este alvoroço?

 — Por que se na penúltima roda que o senhor participou eu percebi que a fumaça dos charutos funciona como a água de um chuveiro, nesta última roda parece que eu vi o que funciona como uma espécie de sabão ou sabonete.

 A entidade deu um discreto sorriso para sua cambone e esta tornou a dizer-lhe:

 — E então Senhor caboclo? Eu vi coisa onde não existia?

 — De forma alguma fia! Suncê só viu o que havia para ver!

 — Nossa, mas o senhor fala isto de uma maneira tão calma!

 — E qual é o espanto nisto fia?

 — Por que o desconhecido assusta um pouco e eu não sei nem um pouco do que eu vi.

 — Fia, mas é como suncê mesma disse antes: o que tem de assustador em se tomar uma boa ducha?

 — Ducha?

 — É fia ou, como suncês encarnados mesmo dizem uma boa chuveirada!

 — ?????

 — Fia conte pra este caboclo o que foi que suncê viu!

 — Bem, enquanto o senhor dava umas baforadas em uma pessoa da roda de descarrego milhares de minúsculos seres ficavam a rodear esta assistência em questão sempre na direção da cabeça para os pés. Estas espécies de seres giravam numa velocidade absurdamente alta e direcionada como se estivessem sendo controlados por alguém a distância. Eles apareciam e sumiam como que por encanto quando o senhor terminava o trabalho em uma pessoa participante da roda de descarga e passava para outra. Bom, foi isto que eu vi.

 — A fia só está se esquecendo de um detalhe fundamental em tudo que observou da participação deste caboclo na última roda de descarrego!

 — Verdade?

 — Fia, fale uma coisa pra este caboclo!

 — Sim senhor!

 — Segundo a sua observação, participar desta última roda de descarrego foi mais fácil ou mais difícil do que a penúltima em que este caboclo participou?

 — Ah, é verdade! Bom quem estava na dinâmica do trabalho lá na roda é o senhor, mas para mim que observava dava a nítida impressão que o senhor conseguia realizar o trabalho com muito mais facilidade, tendo em vista que na penúltima roda parecia que o senhor se concentrava muito mais para poder fazer o seu trabalho do que nesta última.

 — Não foi impressão sua fia: para este caboclo, trabalhar nesta ultima roda, foi muito mais fácil que na penúltima e você fia teve uma grande parcela de responsabilidade para que caboclo obtivesse esta facilidade.

 — Eu?

 — Claro fia, não é suncê que é a cambone deste caboclo?

 — Sou eu sim senhor, mas não sei dizer qual foi minha contribuição!

 — Pense um pouco minha filha! Qual foi a grande diferença entre a penúltima e a última vez que suncê entregou o pito para este caboclo antes dele participar das rodas?

 — Na ultima vez, diferentemente da penúltima, eu fiz uma prece ao Criador pedindo bênçãos para todas as assistências que participariam das rodas. Foi isto senhor caboclo? A prece que fiz a Deus?

 — Fia toda prece a Tupã é sempre muito válida em nosso trabalho de fazer a caridade, mas suncê pode relembrar para este caboclo o que suncê possuía em mãos quando proferiu a referida prece?

 — Meu Deus é verdade! Em minhas mãos estava o charuto do senhor!

 — Exatamente fia! E então, suncê descobriu por que caboclo agradece suncê a cada vez que pede o pito dele?

 — O senhor me desculpe, mas é que eu ainda não consegui chegar lá!

 — Então este caboclo não vai mais fazer mistério fia: Caboclo agradece a suncê por que a cada vez que sunce entrega o pito de volta pra ele, acaba entregando junto boa parte de sua firmeza, de sua vibração, de sua energia.

 — Eu???

 — Não só suncê, mas cada cambone que trabalha junto a cada mano caboclo que milita em cada terreiro de Umbanda neste mundo de Tupã Nosso Pai.

 — Isto é surpreendente!

 — Antes da última roda que caboclo participou suncê fez prece sentida a Tupã e entregou o pito pra caboclo trabalhar cheio destas sutilíssimas e importantíssimas vibrações do desejo de caridade ao próximo.

 — Sim, mas eu devo ser sincera e dizer que só fiz isto da última vez.

 — Este caboclo sabe.

 — Mas se das outras vezes que eu segurava o charuto do senhor eu não fazia prece alguma por que o senhor, mesmo assim, me agradecia?

 — Independente de suncê fazer preces ou não, a cada vez que suncê entrega o pito para caboclo, suncê passa muito de sua energia para ele.

 — Mas e se eu não estiver com energia boa no dia da gira? Eu vou acabar passando o pito para o senhor impregnado com minhas energias não muito positivas, mesmo assim o senhor me agradeceria?

 — Já houve alguma gira que suncê entregou o pito pra Caboclo e ele não lhe agradeceu?

 — Não senhor!

 — Mas já houve giras em que suncê veio trabalhar com uma energia não muito boa, não é verdade?

 — Isto é verdade, mas então por que o senhor sempre agradece?

 — Fia, na verdade, o que caboclo agradece é a oportunidade de trabalho no bem que suncês dá pra nós. Umbanda é parceria fia!

 — Desculpe, mas como é?

 — Parceria fia: estar juntos por um objetivo em comum. Quando suncês cambones estão bem, então suncês fazem preces ou não as fazem, mas entregam o pito para nós com as energias boas que suncês estão naquele dia para nós trabalhar em favor do próximo, não é assim?

 — É sim senhor!

 — Já quando é suncês que não estão bem, daí somos nós que fazemos preces ao Criador, enquanto seguramos o nosso pito, rogando que suncês possam encontrar melhoras para as dificuldades de suncês e ajudar nós a trabalhar em nome da caridade cada vez mais e melhor e daí, somente após esta prece fervorosa, é que nós entregamos o pito de volta pra suncês segurar a fim de que, captando um pouco de nossa energia que deixamos no pito, suncês consigam encontrar um pouco de lenitivo que o merecimento de suncês lhes facultar.

 — Meu Deus, mas isto é lindo!

 Assim exclamou Ligia com a voz embargada de emoção pungente e sincera.

 — Isto é Umbanda fia e Umbanda, como caboclo disse, é parceria: quando suncê não está bem e entrega o pito impregnado de energias não muito positivas para caboclo, ele então, quando pega este pito das suas mãos, agradece a suncê pela oportunidade que suncê está dando a ele de trabalhar junto a Tupã objetivando a sua melhora energética, vibracional.

 — Nossa pelo que o senhor me diz a Umbanda é parceria mesmo, hein?

 — Com certeza fia e é por isso que cada vez que um mano caboclo pede o pito de volta para seus cambone ele só tem a agradecer a este.

 — Mas o ideal, quando o cambone não está bem, é fazer sempre preces, pedir auxílio a alguma entidade e ficar vigilante para sua vibração não cair e, assim, dificultar o trabalho das entidades, não é assim?

 — Certamente não é fia!?! Mas este caboclo sabe que a filha põe em prática aqui no terreiro muito do que acabou de perguntar pra caboclo, não é verdade?

 — Infelizmente não é sempre, mas graças a Deus acaba sendo a maioria das vezes, mas...

 A voz de Lígia mal conseguia sair dos seus lábios tamanha era a emoção de estar aprendendo coisas tão básicas e importantes para o bom andamento de uma gira, mas de uma forma simples e prática. Mesmo percebendo a dificuldade de Lígia em falar, devido à emotividade, o caboclo incentivou-a dizendo:

 — Pode falar fia.

 E, fazendo um esforço grandioso para não embargar a sua voz com uma honesta emoção, foi que Lígia disse:

 — Sabe o que eu acho mais lindo na Umbanda em relação a tudo isto que o senhor acabou de revelar para mim?

 — A voz de suncê está embargada não é fia? Embargada de singela emoção por contemplar a prova do que disse Jesus sobre a simplicidade da misericórdia e benevolência das coisas de Deus materializada na religião de Umbanda pela presença de um simples charuto de caboclo, não é verdade fia?

 As lágrimas de agradecimento por estar tendo aquela preciosa conversa com o caboclo deslizavam aos borbotões pela face de Ligia e esta emoção tão bonita e sincera a impedia de proferir qualquer resposta em relação à indagação feita pela entidade e ela, assim, só pôde respondê-lo positivamente acenando com a cabeça.

 O caboclo então continuou a conversa dizendo:

 — Caboclo agradece a Tupã pela parceria entre suncê e este caboclo e respeita cada lágrima de gratidão ao Criador que está deslizando pelo seu rosto, mas deve solicitar licença por um breve instante neste seu processo de agradecimento para pedir a suncê que devolva o pito deste caboclo para que ele possa participar de mais uma roda de descarrego em nome da caridade ao próximo.

 As lágrimas continuavam a escorrer pelo rosto de Ligia e ela, assim, só pôde estender as mãos para devolver o charuto sem nada conseguir dizer a entidade.

 A entidade pegou o charuto nas mãos, deu as costas para Ligia, andou um passo a frente e ficou parado de costas para sua cambone.

 Talvez fosse para substituir um pouco daquelas lágrimas de alegria por um sorriso singelo feito da mesma emoção, talvez não, o fato foi que o caboclo novamente virou-se de frente para Ligia e disse:

 — Pensou que caboclo houvesse se esquecido desta vez não é fia Ligia? Mas este caboclo não esquece nunca de agradecer a suncê por haver segurado por mais uma vez o pito dele. Que Tupã abençoe em dobro toda a atenção que suncê dispensa a este caboclo nesta nossa parceria e que seja abençoada também a parceria que Tupã tem com todos nós através da nossa sagrada e amada religião de Umbanda.

 Ao que Lígia, já um tanto refeita em suas emoções, respondeu:

 — Que assim seja!!!!!


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    Fumos e bebidas

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    Fumos e Bebidas A Umbanda é muito criticada pelo fato de suas entidades usarem o fumo e as bebidas nas sessões, os detratores aproveitando-se disto para ...

    As oferendas de caboclo

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    A jurema é a bebida sagrada, considerada o néctar dos deuses e disputada não só ... que são recheadas com fumo de rolo e mel de abelha, oferenda de galos, ...

    Dicas de banhos de descarrego

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    Banho de descarrego: é banho forte – Fumo, Cachaça, Sal Grosso, etc. - Banho de descarga é mais pesado, pode ser com pólvora, cachaça, fumo, alho, álcool, comigo ninguém pode, açoita cavalo, espada de são Jorge, ... Fumos e Bebidas.

    Centro Pai João de Angola

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    Fumos e Bebidas · Fundamentação doutrinátoria · Guias e Colares · Hierarquia na Casa de Umbanda. Humildade · Jogaram uma carga pesada pra cima de ...

    Oferendas de xangô

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    ... de oferendas rituais compostos de frutas, alimentos, carnes, bebidas, flores, ... misturado com leite de coco; fumo na forma de charuto ou cigarro de palha; ...

    Oferenda a caboclo Boiadeiro

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    A bebida que a maioria de nós conhece é a meladinha (cachaça com mel ou ... sem casca 7 cigarros de palha Fumo de rolo desfiado 1 copo de barro Vinho ...

    Guias e seus trabalhos

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    Usam cachimbo, palheiro, fumos, velas, defumadores, aguardentes, vinhos, bengala, ... Gostam de bons cigarros, bebidas finas, jóias, bijuterias, flores, belos  ...

    Boiadeiros na umbanda

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    As bebidas oferecidas variam conforme a manifestação: Boiadeiro nordestino - cerveja, cachaça , os dois em coité Gaúcho - chimarrão em cuia própria ...

    Características dos filhos de Ossain

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    ... do desconhecido, motivo pelo qual nenhum caçador deve penetrar na floresta na mata sem deixar na entrada alguma oferenda, como alho, fumo ou bebida.

    Marinheiros

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    Fumam charuto, cigarro, cigarrilha e outros fumos diversos. .... branca e azul claro; cravos brancos; frutas variadas; bebidas: rum, aguardente ou cerveja branca.

    Marinheiros na umbanda

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    verde, doces, bebidas, etc., que servem para atrair e carregar o médium girante com ... Energia positiva: o odor do fumo sendo queimado atrai bons fluídos ao ...

    Oferendas de Oxum

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    Bebida: champanhe. ... Chamamos de oferendas rituais compostos de frutas, alimentos, carnes, bebidas, flores, louças e adereços que ... Fumos e Bebidas.

    Salmos recomendados

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    Comprimento: Getrua, Xeto marrumba xeto. Bebidas : Cerveja branca. Fumo: Charutos Objetos de trabalho : chicote, laço. Objetos de vestimenta : Chapéu, ...

    Defumações

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    umbandapaijoaodeangola.com.br/fumos-e-bebidas.php ... Usam cachimbo, palheiro, fumos, velas, defumadores, aguardentes, vinhos, bengala, banquinhos,  ...

    Umbanda conceito básico.

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    Mas isso não é regra, não é porque uma entidade bebe e fuma que ela é um espírito inferior, o fumo e a bebida também fazem parte da caracterização da ...

    Caboclo Boiadeiro

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    Bebidas : Cerveja branca. Fumo: Charutos Objetos de trabalho : chicote, laço. Objetos de vestimenta : Chapéu, berrante, capa (em alguns casos). Reflexão

    Banho de descarrego

    centropaijoaodeangola.com/banho-de-descarrego.php

    fumo de corda. - palha de alho. Abre Caminho: quando queremos mudar alguma coisa na nossa vida. - 7 folhas de loro. - 7 galhos de manjericão. - 7 sementes ...

    Pai João de Angola

    https://centropaijoaodeangola.com/comidas-de-maria-padilha.php

    Abra a bebida, entorne um pouco por cima da comida e à volta, encha um copo, acenda a vela, coloque o prato e a .... Fumo: Cigarro de palha, fumo de rolo

    Comidas e oferendas de Oxumarê

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    Depois de terminado e feito suas orações aguarde 15 minutos e limpe o local, tirando as bebidas e derramando no solo os copos plásticos enfim tudo o que ...

    Ervas dos orixás

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    Exú - Vassourinha; Fumo; Babosa; Tiririca; Bananeira; Pinhão Roxo; ... Outros tipos de materiais usados para: Banhos: Bebida dos orixás, cravo, ... Descarrego  ...

    Ervas dos orixás

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    Exú - Vassourinha; Fumo; Babosa; Tiririca; Bananeira; Pinhão Roxo; ... Outros tipos de materiais usados para: Banhos: Bebida dos orixás, cravo, ... Descarrego  ...

    Pai João de Angola

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    Manipulam magisticamente fumos, como charutos e cigarrilhas, suas bebidas vão desde aguardente, batidas diversas, como as de côco, conhaque e até ...

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    Fumos e Bebidas · Fundamentação doutrinátoria · Guias e Colares · Hierarquia na Casa de Umbanda. Humildade · Jogaram uma carga pesada pra cima de ...

    Os Filhos de Exu

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    Como já se pôde perceber do texto sobre bebidas e fumo na Umbanda, presente em nosso site, a bebida tem funções outras e diversas do intuito de satisfazer ...

    Pai João de Angola

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    Fumos e Bebidas · Fundamentação doutrinátoria · Guias e Colares · Hierarquia na Casa de Umbanda. Humildade · Jogaram uma carga pesada pra cima de ...

    Pai João de Angola

    https://centropaijoaodeangola.com/comidas-de-oxum.php

    Despachar Exu: Enviar exu por meio de oferendas (de bebidas, comidas, .... Acaçá, feijão, milho vermelho cozido com amendoin torrado, farofa, fumo de corda, ...

    Textos de Umbanda

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    Fumos e bebidas · Fundamentação Doutrinatoria · Guias e Colares · hierarquia na Casa de Umbanda · Humildade · jogaram uma carga pesada encima de mim.

    Oferenda de Marinheiros

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    Uma pena os barqueiros, marujos, pescadores, marinheiros ainda serem confundidos com bêbados. Uma apologia as bebidas lamentável. Marinheiro balança ...

    Zé Pilintra

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    Sua alegria, as cartas, os dadinhos a bebida, a farra, as mulheres e por que não, as brigas. ... Outros tipos de materiais usados para: Banhos: Bebida dos orixás, cravo, canela, aniz estrelado, pixuri, dandá da costa, ... Fumos e Bebidas.

    Maria Redonda

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    "Ver para Crer" faz parte da humanidade, portanto para nos ajudar a ter Fé são utilizados pela Umbanda imagens, fumo, bebidas, velas, ervas e muitos outros ...

    Oxossi

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    Principais oferendas: Velas, charutos, frutas, suas comidas e bebidas. Bebida: Cerveja branca e suco de frutas. Elemento: Terra. Algumas ... Fumos e Bebidas.

    Maria Padilha

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    Gostam de bebidas doces e, em alguns casos, pode pedir cachaça ou .... Fumo: Cigarros de palha, Cigarros de filtro vermelho ou Cigarros com sabor. Existem ...

    Encruzilhadas de Ruas

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    squinas, isto é, casas onde ingerem bebidas alcoólicas, embriagam-se, brigam e proferem palavrões etc... Já por aí se vê que a formação vibratória desses ...

    Cantos e Palmas num Terreiro

    umbandapaijoaodeangola.com.br/cantos-e-palmas-num-terreiro.php

    Enquanto trabalham, cantam, fumam charuto, cigarro, cigarrilha e outros fumos diversos e bebem uísque, vodka, vinho, cachaça, rum ou qualquer bebida de ...

    Conduta moral

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    EVITAR BEBIDAS ALCÓOLICAS E FUMAR O MENOS POSSIVÉL. ... 17 - Não abuse de carnes, fumo e outros excitantes, principalmente o álcool. 18 - Nos dias  ...

    oferendas na umbanda

    centropaijoaodeangola.com/oferendas-na-umbanda.php

    Outros são comidas votivas, bebidas, velas coloridas, velas de magia, defumadores, Cigarros, charutos, carnes e aves. Despachar significa mandar embora, ...

    Pomba Gira maria mulambo

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    Bebidas: Champanhes, Vinho Rose, Martini e bebidas em tom rosa e vermelho sangue. Comidas: Cerejas e Morangos. Fuma; Cigarros e Cigarrilhas. Velas ...