Centro Pai João de Angola

Abó - banho de odor desagradável, em cuja composição entram várias ervas.
Agô - licença, permissão.
Alguidá - bacia de barro para diverso usos e finalidades.
Amací - banho de ervas, feito para lavar a cabeça.
Amalá - comida que se dá aos Orixás.
Aruanda - astral superior, onde vivem os Orixás.
Atabaque - tambor usado para acentuar o ritmo dos pontos.

Baba ou Babalorixá - Mãe de Santo; Chefe de terreiro.
Baixar - incorporar, descer o Guia.
Burro - denominação dada aos médiuns por alguns Exús.
Búzios - conchas marítimas usadas por Pai de Santo do Candomblé para consultar os orixás.
Calunga grande - mar, oceano.
Calunga pequena - cemitério.

Cambone ou cambono - auxiliar ou assistente do Orixá.
Camutuê - cabeça
candomblé - ramos dos cultos afros-brasileiros.
Canela-preta - soldado de polícia.
Carregado - cheio de maus fluídos.
Catatau - charuto.
Despacho- ato de despachar as ofertas ou coisas de que se queira livrar.
Ebó - presente, oferenda.
Egum - espírito de morto.
Encosto - obsessão de espíritos perturbadores.
Erês, ibejeda ou ibeji - espíritos que conservam o psiquismo de criança.
Exús - espíritos neutros; Orixá de esquerda, identificado erroneamente por muitos como sendo o diabo, qualquer espírito que faz o mal.
Filho- de-fé - adepto da Umbanda. Médium em desenvolvimento.
Filho de santo - médium com batismo na Umbanda, com o Guia Identificado.
Fundanga ou tuia - pólvora.
Guerreado - local de trabalho.
Gira ou engira - sessão de Umbanda; trabalhos espirituais.
Guia - protetor do médium; colar de contas, pedra ou metal.
Iabá - cozinheira especializada em preparar a comida de santo.
Jacutá - altar, terreiro.
Juremá - local na mata astral, onde vivem os Caboclos.
Mãe ou Pai pequeno - auxiliar imediata da Mãe ou Pai de Santo.
Mãe de Santo - mulher dirigente do terreiro, ou médium coroada.
Macaia - casa, lar, domicílio.
Maleime - perdão, desculpa.
Marafa ou marafo - aguardente, qualquer tipo de bebida alcoólica.
Médium - intermediário entre os Guias e os homens.
Mironga - segredo, mistério.
Moça ou moça bonita - Pomba Gira.
Oferenda - presente para os Orixás.
Ogan - tocador de atabaque.
Oló, ir a oló ou ir ao ló - ir embora, subir (a entidade).
Patuá - talismã usado para dar sorte ou proteção.
Pegí - altar, o mesmo que congá.
Pemba - giz especial com que se riscam os pontos.
Perna de calça - homem.
Piau - frango, galinha ou ave na linguagem dos Exús.
Ponteiro - punhal.
Ponto cantado - cântico entoado às entidades.
Ponto riscado - desenho feito no chão ou numa roda, que simboliza as armas da entidade; o mesmo que a “assinatura” do Guia.
Quimbanda - conjunto de linhas a quem pertencem quiumbas, ou exús malévolos.
Quiumba - rabo de encruza, espírito trevoso, sofredor que só faz o mal.
Rabo de saia-mulher.
Saravá - cumprimento comum e geral na Umbanda, o mesmo que “salve”.
Tenda - templo, igreja ou local onde se realizam os cultos.
Terreiro - tenda, templo, local onde se realizam sessões de Umbanda.
Toco - vela, charuto, cigarro, banco.
                                                                    PALAVRAS FINAIS

acreditamos em um DEUS único, independente do credo religioso, seja ele reverenciado e chamado pelos mais variados nomes. Respeitamos todos os credos religiosos, da mesma forma que queremos respeito para o nosso. Não existe boa ou má religião, existem pessoas que ignoram a lei de Deus. “Existem diversos caminhos que levam ao PAI”.
Vemos a Umbanda como o caminho

 que nos levará à Deus, nosso Pai, criador de todas as coisas; por esta razão buscamos soluções e meios para melhora-la no que diz respeito ao dialogo, a irmandade tendo como meta a união sem imposições de culto, doutrina ou preceitos, mas de objetivos comuns respeitando cada linha doutrinaria, cada forma de se praticar a Umbanda e todas as demais religiões existentes no planeta.

Coroa de Preto-Velho

A fumaça que sai do meu cachimbo, forma nuvens quando encontra o céu, e das lágrimas que me caem do rosto, nascem rios que correm sem gosto, formando na terra o mais belo ilhéu. Sou preto, sou velho,

 fui escravo, fui por Deus coroado. Hoje espalho no mundo mensagens de fé, trazendo esperança com minha humildade, deixando sementes de caridade, secando a mentira e regando a verdade. Trago comigo arruda e guiné, caminho descalço em cima de espinho, quebro mironga e curo doença, habito cabana ao pé de cruzeiro, trabalho aqui e no mundo inteiro. Sou preto, sou velho, fui escravo, venho por Deus ordenado.

Agradecemos sua visita Volte sempre....

Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


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Saravá seu Zé Pilintra o Amigo verdadeiro.


O QUERER É UMA VERDADE QUE INSPIRA SENTIMENTOS BONS E RUINS.

O QUERER É UMA PASSAGEM DIFÍCIL E DO ERRADO TRANSGREDINDO A RAZÃO DA VIDA.

POR TUDO QUER E NADA CONSEGUE É A BALANÇA DO DESTINO,DA JUSTIÇA E DA VERDADE.

QUERER DÁ ALEGRIA E AO MESMO TEMPO DATRISTEZA.

ENTENDER É BOM MAS SABER ENTENDER O QUERER É UMA FORÇA DO UNIVERSO. QUE SE MISTURA NA REALIDADE DA VIDA.

ZÉ PELINTRA.