Centro Pai João de Angola

Os conflitos familiares são fatos comuns na Terra.

Eles derivam de acontecimentos ocorridos em outras encarnações, quando inimigos ferrenhos em vidas anteriores se encontram posteriormente como parentes próximos, vivendo sob o mesmo teto.

Essa é uma das formas para que esses irmãos se vejam realmente como tais, transmutando os conflitos do passado em prol de uma convivência pacífica e harmoniosa. Mas sabemos que na prática isso é difícil, apesar da reencarnação apagar da memória consciente esses conflitos.

A pretensa harmonia, no entanto, pode ser bastante prejudicada pela memória secular, inconsciente, do espírito encarnado.

De modo que essa memória se manifeste na forma de agressões mútuas, verbais e até físicas. Muitas vezes alavancada por entidades espirituais de umbrais inferiores, que se aproveitam do estado de animosidade existente.

Sendo mais preciso, do estado pré-existente que elas sabem existir.

Nessas horas cabe o freio dos impulsos, face à sabedoria da razão.

Pois um homem elucidado sabe que discussões grosseiras, agressões verbais e físicas somente agravam problemas, principalmente quando se trata de familiares envolvidos.

É a hora em que a razão deve trazer a paz.

De ouvir sem responder, de ser inerte perante à agressão, de ser sábio frente à irracionalidade. Essas serão as melhores atitudes, sempre, nos conflitos familiares. Com esse comportamento, sentirão aos poucos que a paz interior os conquista.

Com o tempo será difícil abalá-la. É o jeito de fazer sua parte no entendimento familiar.

Transmutando conflitos de eras passadas, que podem ter sido causados por você mesmo.

Mensagem psicografada por Hur-Than de Shidha, publicada no livro "O Amparo do Alto", Editora do Conhecimento.

Pode ser reproduzida desde que mencionada a fonte.

Mensagem de Oxalá

Ouve, meu filho: Quando todas as portas se fecharem, quando sentir o vendaval da adversidade açoitar as suas faces, quando a tormenta te surpreender em meio a tua jornada, segue; segue sempre de cabeça erguida, pois o teu guia sou eu.

Ainda que todos os males te aflijam, ainda que as ingratidões te atordoem e te façam sofrer,

lembra-te que eu sou a tua luz e a tua esperança.

Se fores atingido pela calúnia e pela apreensão, não te desesperes - estarei ao teu lado confortando a tua dor, amparando a crença que está em teu coração.

Fecha os teus olhos às tentações e abre o teu coração ao amor e à bondade e ainda que a multidão te apedreje, ainda que te acuse de crimes que não cometeste, não te acabrunhes, nem te acovardes - enfrenta corajosamente os teus acusadores e vence a tua luta com a firmeza da tua consciência limpa.

Mas se fores traído, se fores perseguido injustamente, não deixeis que o desânimo domine o teu ser.

Fazei do teu coração uma fonte de amor e ternura e segue os meus passos.

Se em tua luta pela vida somente encontrares a maldade, o egoísmo e a vingança, perdoa, meu filho. Seja bom, simples, carinhoso, humilde, pratica a verdadeira caridade, perdoando os teus inimigos.

Reze pelos teus perseguidores, porque eles são mais infelizes do que tu, meu filho. Cegos e desvairados, eles caminharão para o abismo e serão destruídos pela própria maldade. Prossegue a tua jornada confiante em tua fé.

Em cada um dos teus passos, ficarão as marcas das minhas bênçãos; em cada um dos teus atos, ficarão as marcas indeléveis da tua confiança em mim.

Ouve, meu filho: Se algum dia tiveres preso ao leito vergado pela dor, desesperançado pelo sofrimento atroz, não apresses o teu fim no desespero e nem praguejas o teu destino. Lembra-te dos que choram, lembra-te dos que sofrem, lembra-te dos angustiados, lembra-te de que mais sofredores são os que vivem nas trevas da descrença.

Lembra-te que eu também sofri para te redimir e te salvar e quando sofreres, eu sofrerei contigo; quando chorares, eu chorarei com o teu pranto. Vence, vence meu filho - vence tua luta com a força do teu amor, com o poder indestrutível da tua fé. Eleva o teu espírito, purificando a tua alma do sofrimento e na compreensão dos erros humanos. Olha para o alto e procura descortinar o meu reino além do infinito. Aqui estou, meu filho, para te oferecer amor e bondade.

No meu reino de luzes, o teu coração é o meu coração e as portas não se fecharão jamais. Caminha para frente sem temer os inimigos.

Sê complacente para com os que não compreendem as tuas convicções e a tua fé.

Lembra-te, meu filho: Ainda que sinta os teus pés sangrarem, ainda que as tuas lágrimas queimem as tuas faces, não desanimes: crê em mim, filho meu! Tens o meu coração cheio de amor e bondade, tens o consolo do meu perdão para os teus pecados, tens o meu reino que é o teu reino. Eu esperarei por ti, meu filho.

Eu esperarei...

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Salve o Sr. do Bonfim, Salve toda Bahianada

Salve Maria Padilha.