Como acontece a Gira

A Gira, sessão espírita da Umbanda, começa com o medium líder, que é chamado Babá, Pai de Santo, Mestre entre outras denominações, defumando e enfumaçando os seguidores e firmando o Congá. Firmar o Congá é encher taças com água,

para condensar energia, acender sete velas, uma para cada Orixá e fazer uma oração mental "edificante". Depois, "firma a Tronqueira da casa" acendendo uma vela e servindo cachaça para o Exú chefe. Outro sincretismo da "religião original", posto que no Candomblé, mais antigo, todos os rituais começam com oferenda a Exú, aquele que é intermediário entre homens e Orixás. A seguir, mais fumaça nos consulentes.
Os mediuns vestidos de branco posicionam-se, em relação ao Congá: mulheres à esquerda; homens à direita e os consulentes sentados. O medium-chefe, então, pede a proteção dos Orixás e das entidades e faz uma palestra de abertura para sintonizar a platéia com vibrações positivas. Começam os pontos cantados e os mediuns, incorporando os Eres, os espíritos de "crianças" para fazer o atendimento espiritual.
Encerradas as consultas, após 10 minutos de intervalo, começa outra Gira que deverá convocar os espíritos dos caboclos, novamente embalados pelos cantos. Com os caboclos, mais fumaça, porque estas entidades gostam de charutos. Repete-se o intervalo que precede a terceira sessão: a Gira dos Pretos-Velhos, que preferem fumar em cachimbos. Finalmente, procede-se à Gira dos Exús que também são fumantes de charutos e têm a função de cumprir as determinações deliberadas nas Giras anteriores, ou seja, fazer o serviço. Como já foi mencionado, existem também as Giras internas, fechadas ao público, destinadas aos adeptos que precisam "desenvolver a mediunidade", estudar a "doutrina" ou, ainda, para a limpeza espiritual da Tenda.

Gira de Umbanda: é um termo cujo significado é sessão umbandista, com cânticos, danças, rezas e passes magnéticos fluidificados. As giras internas são fechadas para os que estão se iniciando na religião, desenvolvendo a mediunidade; as giras externas, abertas ao público, destinam-se à promoção de curas e resolução dos mais diferentes problemas.

o dia 4 de dezembro homenageamos a orixá rainha dos raios e tempestades, senhora que controla os espíritos dos mortos e guerreira destemida de Oxalá! Salve Iansã. Epahei Oyá!

Oyá, a deusa do Rio Niger, é representada com um alfange e uma cauda de animal nas mãos,

e com um chifre de búfalo na cintura. Na mitologia iorubá, Xangô casou-se com três de suas irmãs, deusas de rios: Oyá, Oxum, deusa do rio Osun e Obá, deusa do rio Obá. Nas lendas provenientes do candomblé, Iansã foi mulher de Ogum e depois de Xangô, seu verdadeiro amor. Xangô roubou-a de Ogum. O nome Iansã é um título que Oyá recebeu de Xangô. Esse título faz referência ao entardecer, Iansã pode ser traduzido como “a mãe do céu rosado” ou a “mãe do entardecer“. Ao contrário do que muitos pensam Iansã não quer dizer “a mãe dos nove“. Xangô a chamava de Iansã pois dizia que Oyá era radiante como o entardecer ou como o céu rosado e é por isso que o rosa é sua cor por excelência.

Santa Bárbara tem uma história linda de amor e fé, e de entrega também, segundo contam as histórias ela foi morta pelo seu próprio pai, onde, minutos depois também foi morto por um raio que desceu dos céus. Unindo Catolicismo e Umbanda dá até a impressão de que Santa Bárbara era

filha de Insã, senhora dos raios que, totalmente furiosa por ver uma filha tão doce e pura sofrendo tão tortuoso martírio, agiu diretamente, como se manifestasse seu repúdio ao que fizeram ela sofrer. Podemos e devemos aprender muito com essas histórias, que apesar de tristes são testemunhos maravilhosos de fé, Santa Bárbara sofreu o que muitos de nós, umbandistas e candomblecistas sofremos hoje em muitas partes, não poder professar livremente sua fé sem sofrer injustiças e represálias, em muitos casos dentro até da própria família. Mas ela nos traz esta mensagem, confiar e seguir firme, pois Deus é justo e a tudo vê, e ele sabe recompensar o sincero esforço, seja professando uma fé de forma digna, seja pregando a paz, tudo o que vem de um coração sinceramente honesto e puramente devotado é recompensado pelo Pai. Sigamos este exemplo meus filhos!!! E que Santa Bárbara nos proteja em nossos caminhos!!!!

OFERENDAS NA UMBANDA


As oferendas existem desde o início dos tempos, independente das religiões encontradas hoje no mundo. Surgiram de um ato instintivo do ser humano em sua necessidade de pedir o auxílio divino e de agradecer pelas graças recebidas. São atos que envolvem o lado religioso e magístico do ser humano e da natureza onde vivemos. Podemos fazer oferendas de agradecimento, de pedido de ajuda, de desmagiamento negativo, de descarrego, propiciatória, purificadora, de ritual de firmeza de forças e de ritual de assentamento de forças e poderes espirituais.
A oferenda religiosa é um ato de respeito, de amor e de devoção através do qual é possível intensificar o agradecimento pelas bênçãos recebidas e o pedido de saúde, de força, de proteção, de amparo e de sustentação em todos os sentidos de nossas vidas. Através das oferendas, nos colocamos de joelhos diante das Divindades e abrimos nossos corações criando uma ligação mais forte e poderosa que imediatamente nos envolve e começa a atuar em nós. Quando vamos a um ponto de forças para oferendar um ou mais Orixás, se nos posicionamos com amor, reverência e fé, um portal é aberto estabelecendo uma passagem entre o plano físico e o plano espiritual daquele ponto de forças e entre as dimensões a ele ligadas. Por este portal vêm aqueles que irão receber as nossas oferendas no plano espiritual e irradiar sobre nós as suas energias vivas e divinas que atuarão em nosso benefício. Normalmente, recebemos as irradiações dos Orixás que oferendamos enquanto um de seus filhos ou filhas (naturais ou elementais) vem ao nosso encontro. Este contato é rápido e devemos estar em sintonia com a natureza do local, mantendo nossas mentes e nossos emocionais livres de pensamentos e sentimentos negativos e desequilibrados.

Ir à um ponto de forças fazer uma oferenda requer todo um preparo anterior. Devemos firmar o nosso anjo da guarda, tomar um banho de ervas para descarregar as energias negativas e harmonizar nosso ser espiritual a fim de nos preparar para nos posicionar diante dos Orixás vibrando o mínimo possível de desequilíbrios para que possamos estar receptivos às suas energias e não causarmos desequilíbrios em seus pontos de forças naturais. Para que possamos compreender melhor esta necessidade, basta pensarmos que estaremos diante de seres da natureza que possuem uma energia e vibração pura e muito sutil, sendo estes seres muito sensíveis aos nossos desequilíbrios e desarmonias. Assim, devemos nos preparar para pedir auxílio mas sem causar nenhum dano e desarmonia ao meio natural onde vivem. Podemos fazer uma analogia citando um exemplo muito comum em nosso dia a dia, quando vamos visitar a casa de alguém, tomamos banho, colocamos uma roupa limpa e também limpamos nossos pés antes de entramos em sua residência. É muito simples, devemos proceder da mesma forma quando vamos a um ponto de forças da natureza oferendar um Orixá e abrir um portal para que possamos estar juntos naquele momento no plano espiritual daquele local. Também não devemos falar alto, falar palavrões e mantermos conversas profanas ou termos condutas desleixadas e desrespeitosas, pois tudo é observado pelos Senhores Tronos Regentes e Guardiões dos pontos de forças da natureza que podem até mesmo se recusar a receber nossas oferendas se nos posicionarmos com desrespeito em suas moradas naturais. Devemos lembrar que eles são amorosos mas são muito rigorosos no que diz respeito às nossas posturas e sentimentos íntimos negativos.
SUGESTÃO DE PROCEDIMENTOS PARA REALIZAR OFERENDAS NOS PONTOS DE FORÇAS DA NATUREZA
1º Escolher o local de acordo com o Orixá que se deseja oferendar a fim de solicitar auxílio ou agradecer.
2º Logo na entrada do ponto de forças, deve-se escolher um local seguro à esquerda de quem entra, onde as velas não poderão causar nenhum tipo de incêndio ou outro dano à natureza e deve-se oferendar os Senhores Guardiões e a Senhora Guardiã do ponto de forças pedindo licença para entrar e realizar a sua oferenda e pedindo a sua força, a sua proteção e o seu amparo enquanto você estiver dentro do ponto de forças por eles guardado. Esta oferenda pode ser bem simples, bastando uma vela para cada um e, se preferir, acompanhando com charuto, cigarro e a bebida de específica deles (é claro que o ideal é oferendar também o fumo e a bebida, mas quando não for possível por algum motivo, entregue pelo menos as velas). Exú é o grande Mensageiro, é ele quem abre e fecha as portas, quem ativa e desativa os processos kármicos, é aquele quem cumpre as determinações da Lei Maior e da Justiça Divina e guarda os caminhos, portanto, devemos sempre oferendá-lo primeiro. Nestes casos, a oferenda deve ser feita ao Exú Guardião do Ponto de Forças e não ao seu Exú pessoal. Por exemplo: se a oferenda é nas matas, antes oferenda-se “o Sr. Exú Guardião das Matas e as Falanges dos Exus das Matas”. Então, deve-se acender 3 velas, uma para o Sr. Exú, uma para a Sra. Pombagira e uma para o Sr. Exú Mirim guardiões do ponto de forças. E à eles deve ser feito o mesmo pedido de licença e proteção para que tudo aconteça da melhor maneira possível e você consiga fazer a sua oferenda dentro da Lei.
3º Deve-se oferendar ao Trono Regente do ponto de forças do lado direito de quem entra, pedindo à ele licença para entrar em seu ponto de forças, permissão para fazer a sua oferenda e proteção e amparo para que você possa entrar e sair em segurança de seu ponto de forças, sem que nada de ruim aconteça. E pode pedir ao Trono Regente do ponto de forças que afaste de você os animais e seres da natureza que possam oferecer perigo a sua saúde e também aqueles que poderiam ser feridos por você acidentalmente. De modo que haja paz e harmonia enquanto permanecer no local.
4º Procure o espaço mais adequado à sua oferenda e no qual as suas velas não corram risco de causar danos à natureza e aos seres que ali vivem. Encontrando o local, ajoelhe e peça permissão à Deus, aos seus Divinos Tronos, à sua Lei Maior e à sua Justiça Divina, aos Tronos Regentes e Guardiões do ponto de forças e aos seus Orixás e Guias pessoais para que você possa realizar a sua oferenda. À partir daí, enquanto for arrumando a sua oferenda, mentalmente ative um canal de comunicação com o Orixá que você pretende oferendar e demonstre seu amor, seu respeito, sua reverência e suas intenções. Ao finalizar a arrumação, de joelhos, consagre a vela ao Orixá oferendado e faça os seus pedidos e/ou agradecimentos.
ATENÇÃO:

Lembre-se, não devemos deixar na natureza nenhum elemento que cause a poluição dos pontos de forças ou que possa fazer mal aos animais e seres que ali vivem. Podemos utilizar folhas de bananeira ao invés de toalhas, coités de côco ao invés de copos e alguidares de barro e de louça, outra opção são cascas de frutas que também servem como recipientes (abre-se o maracujá, tira o conteúdo e temos um copo ou pote, o mesmo com o abacaxi, com o côco verde, etc.). Podemos fincar as velas na terra que queimará totalmente ficando apenas um fino resíduo no fundo. Inclusive, podemos esperar as velas queimarem enquanto meditamos sobre nossos pedidos e recebemos as vibrações do Orixá. Ao final, podemos recolher os resíduos das velas e tudo o mais que possa causar poluição. Os pontos de forças da natureza são de grande importância para nós umbandistas e para a nossa religião e estamos perdendo estes locais devido a destruição pelo próprio homem, poucos locais ainda existem que são facilmente acessíveis mas estamos perdendo o acesso à estes sítios naturais devido à falta de consciência ecológica de muitos de nós que estão fazendo as autoridades fecharem o acesso a oferendas espirituais. Nada melhor como exemplo do que as praias após as cerimônias e oferendas para Iemanjá, uma sujeira desnecessária e que certamente não a agrada em nada. Você acha que nossa Mãe Iemanjá gosta de ver o seu ponto de forças imundo? Cheio de restos e de lixo? E o mesmo acontece com nossa Mãe Oxum, com nosso Pai Oxóssi, e com todos os outros Orixás. Vamos fazer as nossas oferendas com mais respeito e mais consciência, isto também é evolução espiritual.
Caso haja um ponto de forças dentro de outro ponto de forças, basta repetir as oferendas ao chegar no segundo ponto de forças. Exemplo: Vamos supor que você vá fazer uma oferenda numa cachoeira que fica bem no meio de uma mata ou floresta, então, você pode fazer os pedidos mentalmente ou pode oferendar os Guardiões e Regentes das Matas na entrada da mata ou floresta e, ao chegar ao ponto de forças da cachoeira, deve ajoelhar e oferendar também os Guardiões e Regentes deste ponto de forças. Se sua entrega for para um de seus Guias que atua na linha de Oxóssi, basta oferendar os Tronos Regentes e Guardiões das Matas e pedir permissão para oferendar para o seu Guia. Se for oferendar para outro Guia na cachoeira, deve oferendar ao menos 1 vela à Sagrada Mãe Oxum e pedir a sua permissão para oferendar ao seu Guia pessoal dentro de seu ponto de forças. Devemos estudar nossas oferendas e nos preparar adequadamente para realizá-las, a fim de que não falte nenhum item e que nenhum Orixá seja esquecido. Caso haja ESQUECIMENTO, ajoelhe e faça o pedido de permissão da mesma forma mas pedindo perdão e desculpas pelo esquecimento a fim de demonstrar que não foi falta de respeito de sua parte. É sempre bom levar algumas velas brancas a mais pois elas sempre podem ser utilizadas em substituição a outras cores em momentos de emergência (Ex: pode vir uma intuição recebida no momento da entrega para acender 1 vela para algum outro Orixá para o qual você não havia levado a vela da cor adequada, aí a vela branca irá suprir esta necessidade inesperada!).
OBS: As oferendas específicas para cada Orixá estão discriminadas nos textos referentes aos Mistérios Divinos emanados por eles.

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