Centro Pai João de Angola

De um modo geral, os baianos são tidos como pessoas alegres e teimosas em afirmar sua identidade cultural. Os baianos da Umbanda, entretanto, pouco presentes na literatura científica, são guias que mesclam características da direita e da esquerda, nas giras ele se apresenta com forte traço regionalista, principalmente em seu modo de falar cantado, diferente, eles são “do tipo que não levam desaforo pra casa”, possuem uma capacidade de ouvir e aconselhar, conversando bastante, falando baixo e mansamente, são carinhosos e passam segurança ao consulente que tem fé.
Os baianos, trabalhadores da Umbanda, pertencem à chamada Linha das Almas, a mesma dos Pretos Velhos. É uma linha que traz uma mensagem de conforto, por estar mais próxima do nosso tempo. São os Espíritos responsáveis pela “esperteza” do homem em sua jornada terrena. No desenvolvimento de suas giras, os baianos trazem como mensagem a forma e o saber lidar com as adversidades de nosso dia-a-dia, com a alegria, a flexibilidade, a magia e a brincadeira sadia.
A Umbanda caracterizou-se por cultuar figuras nacionais associadas à natureza, à marginalidade, à condição subalterna em relação ao padrão branco ocidental. O nordestino é o “subalterno” da metrópole, o tipo social “inferior” e “atrasado”, e por isso é ridicularizado, mas também de admiração, pois igualmente representa aquele que resiste firmemente diante das adversidades.
O Baiano representa a força do fragilizado, o que sofreu e aprendeu na "escola da vida" e, portanto, pode ajudar as pessoas. O reconhecido caráter de bravura e irreverência do nordestino migrante parece ser responsável pelo fato de os baianos terem se tornado uma entidade de grande frequência e importância nas giras paulistas e de todo o país, nos últimos anos.
Muitos dos baianos são descendentes de escravos que trabalharam no canavial e no engenho. Os baianos têm um conhecimento muito grande das ervas e do axé. Falam com sotaque arrastado, igual ao povo que ainda mora na Bahia.
A Linha dos Baianos é formada por Espíritos alegres, brincalhões e descontraídos. Gostam muito de desmanchar demandas. São conselheiros e orientadores e gostam muito dos rituais em que trabalham, girando e dançando com passos próprios.
A gira de Baianos nada mais é do que a alegria de um povo que foi e é sofrido, mas que não perde a esperança por possuir uma fé inabalável e uma experiência em lidar com problemas que fazem os nossos parecerem brincadeira. Agradecem às festas que lhe são oferecidas; bebem batidas de coco e comem comidas típicas da cozinha baiana.
O Povo Baiano vem trazer sua energia positiva, portanto sua gira é sempre muito animada. São Entidades que têm muito a nos ensinar, sempre com uma resposta certeira e rápida para nossas questões. Com seus cocos, azeite de dendê, comidas e cantigas típicas da região, realizam trabalhos em prol da evolução espiritual de todos. Por terem vivido em épocas mais recentes, são Espíritos mais próximos de nós. Estamos sempre aprendendo com os Baianos, com a sua força de viver frente aos problemas e situações cotidianas e o amparo ao próximo, transformando a tristeza em alegria e esperança.
Na Linha de Baianos, enquadram-se também os Espíritos de Marinheiros, que tem sua ligação com o mar e Iemanjá, e os Caboclos Boiadeiros, que foram trabalhadores do Sertão Nordestino. As Linhas de Baianos, assim como as de Boiadeiros, são consideradas Auxiliares, de Trabalho ou Do Meio, com suas Legiões e Falanges. São oriundas de manifestações de regiões brasileiras dentro da Linha de Caboclos.
Durante as giras sempre dão demonstrações de intensa alegria, apresentando fortes traços regionais, usando chapéus de couro ou palha, lembrando os Cangaceiros. Com seu jeito valente, não levam desaforo para casa. Por outro lado, possuem também características de pacientes, e todos gostam de ouvir seus conselhos. Costumam ser também carinhosos, e passam sempre segurança.
É comum presenciarmos estas magníficas entidades desviarem assuntos relacionados a trabalho, dinheiro, ou qualquer outro problema para perguntar sobre as coisas do coração. Impressiona como normalmente estes problemas existiam e era o que realmente estava atrapalhando. Sanado estes problemas de relacionamento, os demais acabam como que por mágica.
Dependendo da forma de trabalho do chefe da casa e de seus médiuns, diferenças de comportamento podem ser observadas, em alguns lugares, os baianos se apresentam com características mais duras, em que parecem ser mais briguentos e falam muito alto, em outros, sua incorporação é mais mansa e a Entidade manipula essências aromáticas, ervas, flores e velas coloridas. Apesar das diferenças, todos têm em comum a popularidade. São muito queridos e fazem sucesso em realidades sociais distintas. Desprendida, sem complicações, um alto astral e uma vontade imensa de resolver as "coisas do coração", verdadeiro obstáculo do ser humano. Porque é nas coisas do coração que se encontram as soluções para todos os outros problemas.
Os Baianos apresentam um comportamento comedido, não xingam, nem provocam ninguém, não sendo enfim zombeteiros. Os trabalhos com a corrente dos Baianos, nos trás muita paz, nos passando perseverança, para vencermos as dificuldades de nossa jornada terrena. Como encarar a vida e seus problemas com entusiasmo e alegria? Pergunte a uma Entidade da Gira de Baianos. Sem a menor dúvida, a gira mais festiva e alegre da Umbanda.
Características dos Baianos na Umbanda:
Comidas: Coco, cocada, farofa com carne seca etc.
Bebidas: Água de coco, cachaça, batida de coco etc.
Fumam: Cigarro de palha, fumo de rolo etc.
Trabalham: Desmanchando trabalhos de magia negra, dando passes, etc,. São portadores de fortes orações e rezas. Alguns trabalham benzendo com água e dendê.
Cor: laranja ou qual for definida pela entidade
Apresentação: Usam chapéu de palha ou de couro e falam com sotaque característico nordestino. Geralmente usam roupas de couro.
Nomes De Alguns Baianos: Severino, Zé Do Coco, Sete Ponteiros, Zé Baiano, Zé Do Berimbau, Maria Do Alto Do Morro, Zé Do Trilho Verde, Maria Bonita, Gentilero, Maria Do Balaio, Maria Baiana, Maria Dos Remédios, Zé Do Prado, Chiquinho Cangaceiro, Zé Pelintra (que trabalham também na Linha de Jurema, Linha de Malandros e Pretos Velhos).
É da Bahia, Meu Pai!


BAIANOS

Os Baianos formam uma corrente de entidades que ao desencarnar, apesar da afinidade com o culto ao Orixá (muitos foram sacerdotes), não tinham o grau de preto-velho, estabeleceram uma egrégora de trabalhadores do astral que com o tempo reconhecida pela Umbanda passaram a ter a oportunidade do trabalho ativo e incorporante, acharam por bem batizar como linha dos Baianos como homenagem a origem dos primeiros formadores desta corrente e a Terra que tão bem acolheu o Orixá no Brasil. São muito ativos, despachados e descontraídos. Bons orientadores e doutrinadores, tem facilidade em lidar com o desmanche dos trabalhos de kimbanda e magia negra. Usam colares de cocos e sementes. Tendo na sua forma de trabalhar muito das qualidades de Iansã, por serem movimentadores e irrequietos, combinam esta forma de trabalha com sua natureza onde cada um se mostra regido por um Orixá diferente assim trazendo para a gira a força das sete linhas da Umbanda. Suas oferendas podem ser feitas ao pé de um coqueiro ou no ponto de força do Orixá que rege o baiano a ser oferendado. Gostam de festas comidas típicas da Bahia e batida de coco. Como cumprimento dizemos simplesmente: "É da Bahia meu Pai... Salve a Bahia" ou "Salve os baianos". Água de coco, batida de coco, uma "branquinha", e a tradicional farofa, com acarajé, um peixe, ou qualquer coisa que só de sentir o cheiro nos remete a mágica Bahia de todos os santos.

Na Umbanda trazem uma mensagem de conforto por estarem mais próximos do nosso tempo. Os baianos eram antigos Babalorixás, ou pessoas que de uma certa forma viveram no sertão do Nordeste e trouxeram uma expectativa de vida para a região.

Muitos dos baianos são descendentes de escravos que trabalharam no canavial e no engenho. Os baianos têm um conhecimento muito grande das ervas e do axé.

Falam com sotaque arrastado, igual ao povo que ainda mora na Bahia. Muitos baianos também podem pertencer a vida de algum médium (avô, bisavô, tio-avô, etc) para ajudar a família e assim acaba também ajudando aos demais. Cor : branco Guia : sementes de coco (coquinho) Vestes : Roupa branca e casaco de couro. Usa chapéu de couro. Bebidas : batida e/ou água de coco Comidas : farofa, melancia com farinha, coco, cocada e etc. OFERENDA: - Batida de coco; - Rapadura; - 7 cocos (verde ou seco); - Farofa com azeite de dendê, carne seca e pimenta; - 7 velas amarelas, brancas e bicolor amarelo/preto; - 7 paieros (cigarro de palha). Deposite ao pé de um coqueiro, porteira de pasto ou mata. Faça suas orações, cante pontos e mantenha-se concentrado por cerca de 30 minutos. Recolha tudo que não é perecível e jogue num lixo. Caso as velas já tenham acabado, recolha a parafina. Lembre-se sempre: Consciência ecológica é a melhor oferenda aos Orixás. Dia da Semana: Sexta-feira Defumação /

Banho: - Folha de louro,

- semente de girassol,

- folha de girassol,

- rosa branca,

- sálvia,

- alecrim

- algodoeiro.



Linha dos Baianos

Formam esta linha espíritos de pessoas que viveram no Estado da Bahia ou estados do nordeste, próximos à Bahia. Os Baianos trabalham na orientação material ou espiritual dos seguidores de nossos cultos, desmancham trabalhos de magia negativa, nos ajudam no desenvolvimento mediúnico, nos assuntos e desavenças matrimoniais, nos assuntos profissionais, etc. Os Baianos são muito comunicativos e muito brincalhões, usam bebidas alcoólicas e cigarros em seus trabalhos (não fumam os cigarros, fazem defumações com eles). O Baiano depois de um determinado período de comparecimento aos trabalhos, transforma-se em verdadeiro amigo e confidente e neles depositamos imensa confiança. A origem dos Baianos é normalmente a Quimbanda e são grandes conhecedores do que por lá é praticado. Usam hoje esses conhecimentos no combate direto as forças do mal, desmancham feitiços, quebram demandas, etc. Nunca andam sozinhos, o que os torna poderosos no combate ao mal. Os Baianos são poderosos aliados da Umbanda e grandes amigos de seguidores ou praticantes do culto. Eles ajudarão qualquer pessoa em tudo o que for permitido praticar em nome de Deus, eles estarão sempre ao seu lado, desde que você não tenha má índole. Quando uma pessoa não é correta e os procura pedindo ajuda, vão ouvir deles o que não querem ouvir. Baiano não tem osso na língua, o que ele tiver que falar a uma pessoa, ele o fará, goste a pessoa ou não. O objetivo dessa conduta é apenas um, ajudar aos homens a andar direito na vida. Baiano de terreiro, como é chamado, "não pactua com vagabundos". Ao menos os Baianos verdadeiros agem dessa forma, não fazem conchavos de qualquer espécie. A Linha dos Baianos sempre foi para nós de um valor imenso, a amizade que sempre demonstraram, os puxões de orelha que sempre nos deram na hora certa, corrigindo nossos defeitos e nossa conduta e as provas que sempre nos deram, sempre aumentaram a nossa fé, enfim: aos Baianos devemos muito. Um baiano muito famoso é conhecido na Umbanda como Zé Pilintra, a quem é dado o mérito de ter iniciado essa famosa linha na Umbanda. Pelo menos o Zé Pilintra é o Baiano mais famoso em nosso meio. Não existe quem não o conheça, ao menos de nome. Muitos dizem que o Zé Pilintra é um exu quiumba, nós não acreditamos nisso. Na realidade, se alguém se apresenta como Zé Pilintra e pratica magia negativa, ele não é um Baiano verdadeiro e sim, um exu quiumba mistificador. Os Baianos não fazem mal a ninguém, muito ao contrário, são amigos de todos, sejam bons ou maus. Entre eles, existe uma amizade muito grande, um é irmão do outro. A Linha dos Baianos não é propriamente só dos Baianos. Os espíritos com conhecimentos de magia que viveram nos estados do nordeste também comparecem na linha dos Baianos, embora não tenham vivido sempre na Bahia. Como exemplo, há alguns anos foi trazido a um trabalho de Baianos, pelo Baiano chefe de nossa casa, uma entidade que se apresentou como Salustiano, nitidamente um espírito de evolução mais baixa, que informou ter sido um cangaceiro, nascido na cidade de Exu, em Pernambuco. Porém, essa entidade embora não seja um baiano de origem, trabalha no meio deles e deixou isso claro cantando o seguinte ponto: O meu pai foi do tumbeiro e me criou lá no cangaço, Na cidade de Exú terra que dá muito macho Me chamo Salustiano e eu sei bem o que faço É na linha de Baiano, venho aqui corta embaraço. Analisando o ponto O meu pai foi do tumbeiro (foi filho de escravo) E me criou lá no cangaço (sertão nordestino entre a Bahia e Pernambuco) Na cidade de Exu (Cidade do interior de Pernambuco) Me chamo Salustiano (Seu nome de Batismo) E eu sei bem o que faço (É senhor de seus atos) É na linha de baiano (Sua linha de trabalho) Venho aqui cortar embaraço (Lutar contra o mal) Essa é a prova que nem todo Baiano que se apresenta como tal, viveu na Bahia, podem ser pernambucanos, alagoanos, cearenses, etc. Uma coisa só lhes é peculiar: todos eles quando encarnados eram praticantes da magia negativa. Hoje usam esses conhecimentos para combater o mal, valendo-se da inversão dos pólos. Consideramos a linha dos Baianos, não somente uma linha de trabalhadores amigos mas sim, uma das linhas mais fortes que existe na Umbanda. Não conhecemos feitiço que não desmanchassem, não constatamos situação que não resolvessem.


Banhos de Descarrego

O que é o Banho de Descarrego?

Como a própria palavra diz, é para descarregar tanto a parte física como a parte espiritual. Renova a parte física e a alma. Pode ser Banho para energização, harmonização, limpeza e descarrego.

- Banho de descarrego: é banho forte – Fumo, Cachaça, Sal Grosso, etc.

- Banho de descarga é mais pesado, pode ser com pólvora, cachaça, fumo, alho, álcool, comigo ninguém pode, açoita cavalo, espada de são Jorge, vence demanda, guiné, arruda, ele afasta o obsessor.

- O Banho de Limpeza é mais leve. - O Banho é sempre do pescoço para baixo, porque você já tem o seu Pai e sua Mãe (Orixás), a cabeça é sagrada, só deve ser colocada a mão do Pai ou Mãe de Santo.

- Na cabeça só banho de Oxalá, a não ser que a entidade mande, mas deve perguntar a Mãe ou Pai de Santo.

- O Sal Grosso é um Banho que não deve ser usado com freqüência, porque ele conserva a vibração, é uma faca de duas pontas, pode descarregar ou conservar a vibração. Deixe sempre que a entidade dê a receita, porque ai ela estará se responsabilizando pelo trabalho a ser feito.

- O Sal Refinado, se a entidade receitar, deve ser esfregado no corpo, serve como uma bucha tirando as impurezas. - O Banho de Guiné: erva de Oxalá, mas pega também Preto Velho e Exú. O guiné com arruda é Banho de Descarrego de Preto Velho.

O guiné com cachaça é Banho de Descarrego de Exú.

- O Banho de Descarga forte corroe a aura. - Como preparar um banho de Descarrego: quando a água estiver fervendo, coloque a erva e tampe, depois coloca o álcool ou a cachaça na hora de tomar o banho.

O Preto Velho. Caboclo ou Exú é quem vão definir quantos elementos e quais deverão ser usados. - Nunca dar Banho de Descarga para crianças. Sempre Banhos de Rosas Brancas, alecrim, etc. (Banhos de Oxalá). - Fazer sempre o Banho pensando que as coisas vão melhorar, sem reclamar das coisas, fazer uma oração. - Deve se secar o corpo? Não há necessidade de ficar molhado, pelo menos aqui na Casa Branca, porque o Banho começa quando você escolhe as ervas.

- O Cambono deve orientar a pessoa como fazer qualquer Banho, por isso a importância do Cambono, para não haver mal entendido por parte do consulente.

- O que sobrar do Banho, dever ser colocado em um saquinho e descarregar, ou fazer o que o Preto Velho ou Caboclo mandar. Pode-se tomar o Banho com as ervas ou coado, conforme orientação da entidade.

- Depois do Banho de descarga, tem que ter um Banho de limpeza, harmonização ou energização. Por exemplo: Tomar três Banhos de descarga, dia sim dia não, depois um Banho de Limpeza ou dois, de acordo com orientação da entidade.

- Tem horas abertas e horas fechadas;


Pontos Cantados de baianos

 PONTOS DE BAIANOS


1- PONTO DE BAIANOS


Bahia, oh África
Venha nos ajudar
Força baiana
Força africana
Força Divina
Vem cá, vem cá


2-
Tem areia oh, tem areia
Tem areia oh, tem areia
Tem areia no fundo do mar
Tem areia
Lá nas matas tem mironga
Eu quero vê
Lá nas matas tem um coco
Nesse coco tem dendê

3-
Se ele é baiano
Agora que eu quero vê
Dançar catira
No azeite de dendê
Eu quero vê
Os baianos de Aruanda
Trabalhando na umbanda
Pra quimbanda não vencer

4-
Quando eu cheguei da Bahia
E a estrada eu não vi
Cada encruza que eu passava
Uma vela eu acendi

5-
Oh na Bahia tem
Tem dendê
Oh na Bahia tem
Baiano trabalha bem

6-
Na Bahia tem um coco
Este coco tem dendê
Vem nega comer coco
Vê se come esse coco
Que esse coco é bom de comer

7-
Tava no mato, tava no mato
Tava bem escondidinho
Tava no mato, tava no mato
No dendê abaixadinho

8- PONTO DO BAIANO SEVERINO

Mas olha eu camará
Camarada meu
Sou Severino
Que chegou aqui agora
Candomblé bato no keto
Umbanda bato na angola

 

9-
Oi na Bahia corre água sem chover
Nos todos somos baianos
Agora que eu quero vê
Oi na Bahia tem gente que sabe lê
Também tem uns dois baianos
Que desmancha canjerê

 

10-
Baiano que vem da Bahia
Vem beirando a beira mar
Põem a conga no sereno
Oi deixa a conga serena
Aue baiano
Baiano que balanceia
Aue baiano
Na serra da mandingueira

 

11-
Oi vamos baianada
Pisar no catimbó
Pra amarrar os inimigos
Na pontinha do cipó

 

12-
Oh meu Senhor do Bonfim
Valei-me São Salvador
Vamos sarava minha gente
Que o povo da Bahia chegou
Bahia, Bahia, Bahia de São Salvador
Quem nunca foi a Bahia
Peça a Deus nosso Senhor

 

13-
Baiana da sai rendada
Seu tabuleiro tem axé
A baiana ta requebrado
Como dança no candomblé
Oh, Bahia
Bahia de nosso Senhor do Bonfim
Oh, Bahia
Terra de São Salvador

 

14-
Na Bahia tem
Vou mandar buscar
Lampião de vidro, oh sinhá dona
Para clarear

 

15- PONTO DO BAIANO SEVERINO

Estrela Dalva
Estrela matutina
Oh luz divina
Venha nos salvar
Seu Jesus Cristo venha nos salvar
Vou saudar seu Severino
A falange de Oxalá


16-
Ele é da Bahia
Esse baiano vale ouro
Ele é da Bahia
Salve o seu chapéu de couro


17-
Tava na estação
Quando o trem chegou
Cheio de baiana
De São Salvador


18-
É na Bahia que tem baiano
É na Bahia que tem azeite de dendê
Baiano, baiano
Estou lhe chamando
Pra você me defender


19-
Baiano é mau
Como surucucu, o ganga
Não mecha com ele, o ganga
Baiano zanga


20-
Ele veio da Bahia
Ele vem pra sarava
Ela veio da Bahia
Ele veio trabalhar
Veio cheia de mandingas
Veio sarava o congá

 



Filhos não façam de sua casa um Terreiro. Mesmo que tenha aprendido lá fazer um altar. Altar é para fazer preces para o teu lar e não para outras pessoas. A energia de outra pessoa ou meio espiritual dela pode estar muito denso e ocasiona de sobrar muitas larvas espirituais no teu canto no momento de trabalho espiritual feito em tua casa.
Trabalhos só em Conga, Matas, Cruzeiros e locais de trabalho.
CASA NÃO É LUGAR DE FAZER TRABALHOS!
Só se o Guia pedir para levar uma vela ou fazer uma defumação para o teu lar e jamais fora dele.

Pai Cipriano da Guia

Meus fios Vovô Pai João pede ocêis que rezem pelos irmãos da Mãe África que estão sofrendo e sofreram impactos de guerra.
Lá estão matando por intolerância meus filhos e um ditador subirá.
Fios rezem pois Nanã levou pra ela seu fio Madiba. Rezem fios em todas Giras.

Pai João da Caridade


Irmãos, agora é meio dia, vamos oferecer um Pai Nosso com todo nosso amor e carinho pelos nossos entes queridos e demais irmãos que hoje estão em nosso mundo para rever suas famílias, vamos irradiar muita luz para eles neste momento.

Pai Nosso que estais no céu Santificado seja vosso Nome Venha a nós o vosso reino Seja feita a vossa vontade Assim na Terra como no céu O pão nosso de cada dia nos dai hoje Perdoai as nossas ofensas Assim como nós perdoamos aqueles que nos ofenderam E não nos deixeis cair em tentação Mas livrai-nos Senhor de todo mal Pois vosso é o reino, o poder e a glória para todo sempre Que assim seja.


Pai João de Angola
MENSAGEM DE PAI JOÃO DE ANGOLA

Demorou muito tempo, muito tempo mesmo para poder me engajar nestas falanges de trabalho desta religião tão nova na esfera humana.

Demorou sim, para eu estar apto a ouvir e não julgar, para não agir como um executor da Lei cego, cego pelo meu radicalismo, demorou muito para eu entender que no livre arbitrio dos encarnados não se pode interferir, e que tudo tem dois lados, nunca existe um lado só da história.

Bem comecei devagarinho, incorporar para benzimento de crianças, para ouvir os problemas de muitos e aconselhar de forma correta, não tomando para mim suas dores, mas sendo imparcial, tendo o cuidado de pedir um pequeno tempo para correr gira e ir atrás do outro lado da questão, tentando influenciar sempre para o bem os dois lados, tudo espiritualmente mas deixando para todos o livre arbitrio de escolha.

Nossa vocês não imaginam como foi difícil, agarrava-me a minha fé e aos sábios conselhos dos caboclos de Ogum, quantas vezes não vi e vejo filhos que vêm aos meus pés e exigem que eu realize suas vinganças, quantas vezes sem dizer diretamente que não faria, eu os ouvia em silêncio, pegava o nome do desafeto, eles pensavam que eu ia realizar a tão almejada vingança, eu ia até o desafeto estudar o seu estado espiritual e tentar reaproximar os dois.

Quantas vezes não se demoviam da idéia de vingança e não mais me procuravam, dizendo ao povo que eu não tinha força, que forte era esse ou aquele de algum centro que se intitulava de Umbanda, mas na verdade além do nome que usavam nada tinham de umbanda nem os espíritos que ali incorporavam.

Sim quantas vezes chorei e as lágrimas rolaram de meus olhos, desencarnei mas continuei sendo um velho bobo, que como antes queria consertar o mundo, sempre errei quando encarnado devido ao meu emocional que não sabia conter.

Ser colocado no tronco era fácil, apanhar não me importava, era consequência de não seguir as normas dos brancos, isto eu entendia, quem ali estava que seguisse as ordens dos brancos pois eles deixavam bem claro, o castigo viria, ser escravo dócil era não trazer para si mesmo a ira deles, a pena já muito bem avisada que sofreria quem fizesse os abusos.

Agora ver no tronco os meus irmãos de cor, mesmo sabendo que eles haviam feito como eu, desobedecido normas, ah eu não aguentava, gritava, chorava, implorava, que fosse dado a mim o castigo, e algumas vezes apanhei junto com eles. O que não diminuía a dor de vê-los sofrer, mas eu me achava responsável por todos, tinham muita confiança em mim, deste pequeninos, eu havia me tornado líder deles.

Cheguei à fazenda não contava com vinte anos, trazido diretamente do navio negreiro, logo os que ali estavam perceberam o meu gênio que não era nada fácil, pois se era bom também fazia valer a ordem entre meus irmãos. Nunca com violência, era na palavra e não sei porque até hoje, eles me ouviam.

Desta forma quando alguém burlava as leis dos brancos, eu de certa forma me sentia culpado, eu os havia ensinado que a melhor forma de viver era a resignação, injusto foram nossos irmãos africanos que nos traíram, aprisionando-nos para nos venderem para os navios. Os brancos apenas nos compravam, eu sabia que havia algumas fazendas onde o tratamento era mais humano, os castigos não eram cruéis, os negros que davam problemas eles simplesmente vendiam, não tinha coragem de aplicar castigos cruéis, mas livravam-se do problema, e eu achava estes irmãos muito burros, se eles soubessem o tratamento dado na maioria das fazendas jamais se atreveriam a fazer nada que contrariasse os seus senhores.

Já na fazenda que eu estava não, o tratamento era de humano para animal, apenas a comida era boa, mas porque o patrão havia perdido muitos negros que enfraquecidos ficaram doentes e rapidamente morriam, era mal negócio não alimentá-los bem.

Morri no tronco, já estava bastante velho, dias de pão e água antes da surra, e o capataz queria mesmo se livrar de mim, eu controlava meus irmãos, mas ultimamente os mais jovens não me ouviam, começaram a fugir, para serem pegos logo depois, várias fugas foram tentadas, eu sempre tentava impedir as surras, e na última delas em minha vida eu ao ver que o feitor estava batendo em um irmão já desmaiado, em cima das carnes vivas, eu dei um salto e agarrei o chicote, ainda por cima falei que eu tinha programado a fuga.

Puseram-me a pão e água e resolveram cortar o mal pela raiz, fizeram comigo o que estavam fazendo com o rapaz, rapidamente desencarnei, mãos generosas me acolheram no mundo espiritual, e assombrado vi que essas mãos eram tão brancas, tão alvas, e me dizia,: Meu filho amado, como demoraste para voltar, mas prometi te esperar.
Na hora não entendi, depois soube era minha mãezinha de outra vida, que assistiu minha morte precoce, aos trinta anos.

Então entendi, não era injusto o que sofria, aquele mesmo feitor que tanto ódio tinha de mim, era um dos que foram vítimas de minha tirania, pois apesar de ser bom, ao saber que meu pai falecera pelas mãos de alguns negros, não me preocupei em saber a verdade, fui até a senzala e não pensei duas vezes em matar quatro negros, quatro irmãos, mas que na verdade eram inocentes, pois fora o feitor de nossa fazenda que tinha assassinado meu pobre pai.

Dois me perdoaram e estavam comigo na fazenda como escravos, um ainda encontrava-se nas trevas pois o ódio tomara conta de seu coração e por isso se ligou a seres poderosos das Trevas, e o outro era o feitor, que haveria de se tornar amigo e ajudar os escravos da fazenda, no entanto quando colocado em posição inversa da outra encarnação deixou-se dominar pelo orgulho e se achou superior a eles.

Bem por isso eu tanto defendia a todos, tinha gravado na minha consciência a injustiça praticada na outra vida, desejara me redimir, e assim foi feito, certo que minha companheira muito me ajudou, como me ouvia e me consolava, era ela a mãe daqueles quatro rapazes.

Hoje ela trabalha aqui nesta religião bendita, e eu deixo isto registrado aqui, para que entendam de uma vez por todas que jamais devemos julgar, jamais devemos permitir que o ódio entre em nossos corações, que existem mais mistérios do que qualquer ser vivente possa imaginar.

A felicidade deste nego hoje é perceber que devagar, devagarinho a nossa Umbanda começa a ser vista como uma religião, que alguns filhos já entendem que ela é para e evolução espiritual de cada um, que ela não foi idealizada para realizar trabalhos, mas sim para desmanchar, que todos devem abrir os ouvidos para as verdades, os ensinamentos passados, e que o livre arbitrio de cada um deve ser respeitado.

Agora já falei demais, aliás outro defeito meu, vou pegar meu banquinho e ir para Angola, buscar meus irmãos para os trabalhos da noite, cada um de nós tem mais de um cavalo, e cada uma falange sempre tem o espírito que a iniciou, que raramente incorpora, e este espírito comanda setenta e sete falanges, formando um triângulo perfeito, todos durante o tempo que estão trabalhando incorporam não só o nome como os mistérios daquele espírito que se somam aos seus, pois nada é desperdiçado. He, he, já falei demais, é melhor eu me ir, mas procurem dentro do templo de Umbanda que frequentam, pedir para que os guias venham de vez em quanto só para instrui-los, existe muitos ensinamentos que podem ser abertos para os encarnados.

Que Oxalá os abençoe,

ditado por Pai João de Angola
psicografado por Luconi
28-04-10
Agradecemos sua visita Volte sempre....

Bom dia!!! Que tenhamos um excelente dia.. com muito amor no coração e bençãos divinas! Amém


Os textos apresentados na sua maioria foram retirados , da internet. Esse é um espaço onde colocamos diversos pensamentos e o nosso principal objetivo é a divulgação da nossa Umbanda. Quando algum texto for de autoria do Centro Pai João de angola, o responsável será indicado; da mesma forma que fazemos com outros autores que não têm vínculos com a nossa casa... Comunicado Importante: Este é um Site totalmente gratuito, sem fim comercial ou lucrativo. Algumas imagens e informações provêm de outros sites na internet. Caso você seja o detentor do Copyright de qualquer uma delas, e deseje que ela seja retirada, por favor, é só nos mandar uma mensagem citando o nome e a localização para sua remoção imediata. Não temos o objetivo de nos apropriar de informações alheias tomando-as como nossa, pelo contrário, sempre que possível, colocaremos o nome do autor abaixo do título para deixar bem claro que a intenção é de divulgar a Umbanda através de textos bem elaborados e esclarecedores. Saiba que o Centro Pai João de Angola está isento de qualquer responsabilidade.


umbanda - Baianos - Da Porta Pra Fora.mp3



Oxóssi, pai do verde, da fertilidade, da prosperidade e da fatura. Peço a sua benção neste momento, para que a glória e a vitalidade do seu verde se derrame sobre mim. Glorifico seu nome em meu lar, em minha mesa e em meu leito.

Pai Oxóssi, como a chuva dá forças ao seu lar, peço a ti a força de sua chuva em minha vida. Que seus filhos, senhores das matas, abram a minha trilha tirando dela todas as armadilhas que forem colocadas em meu caminho.

Peço agora ao pai Oxalá que multiplique as suas forças e a sua luz como ele concede a luz do dia a cada amanhecer.

Salve nosso divino pai Oxóssi.
OKÊ ARÔ!




ORAÇÃO PAI XANGÔ

Kaô meu Pai, Kaô
O Senhor que é o Rei da Justiça,
faça valer por intermédio de seus doze ministros,
a vontade Divina,
purifique minha alma na cachoeira.
Se errei, conceda-me a luz do perdão.
Faça de seu peito largo e forte meu escudo,
para que os olhos de meus inimigos não me encontrem.
Empresta-me sua força de guerreiro,
para combater a injustiça e a cobiça.

Minha devoção ofereço.
Que seja feita a justiça para todo o sempre
É meu Pai e meu defensor,
conceda-me a graça de receber sua luz
e de receber sua proteção.
Kaô meu Pai Xangô, Kaô
Amém!!!



Seguir em frente...

Fé em Deus e nos Orixás... Pois, não há força maior do que o bem....

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